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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Atendimentos SOS Região Serrana SEBRAE

Depoimentos de empresas atendidas pela consultoria da Tudo Marketing Estratégico:



O SEBRAE veio com o apoio na hora certa. Nós não fomos afetados em perda de produtos, mas na perda de vendas. No primeiro momento ficamos meio perdidos, sem saber qual ação tomar para atrair o cliente. Na Tenda de Atendimento Emergencial, a equipe do SEBRAE nos indicou uma consultoria em Marketing, que rapidamente nos atendeu.
Pensamos que seria um trabalho “Água com Açúcar”, mas a consultoria fez um diagnóstico, com pesquisa de campo, estudo da concorrência e análise de mercado. Daí, começamos o trabalho sob o Plano de Marketing que mudou em menos de um mês a nossa realidade.
Em um momento de tanta tristeza, recebemos um presente que nos retornou o ânimo de continuar.

Sérgio Cesari – Supri Service




Tive que fechar a minha loja por vários dias. Perdi clientes, recebimentos e fiquei devendo na praça. Coisa que nunca me aconteceu. Fui ao Balcão SEBRAE e fui orientado quanto à negociação com os meus credores, financiamentos e em seguida recebi uma visita de um consultor. O SEBRAE me ajudou não só na promoção dos meus negócios, como na disposição do layout da loja, preços, atendimento ao cliente e posicionamento da minha marca no mercado. Estou a dois meses seguindo as orientações do Plano de Marketing da Consultoria SOS houve realmente resultado e efeito.

Leandro Passos – Terê Calçados

terça-feira, 12 de julho de 2011

Cresce o foco nos estabelecimentos de padrão econômico.

Em 2011, devem ser erguidos 38 hotéis no país — 17 econômicos, 17 quatro estrelas, três de luxo e um resort

Revista PEGN 


Fonte: Ana Maria Biselli, diretora executiva do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) 

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Empresas David versus Empresas Golias

Como ter sucesso no lançamento?


Mais cedo ou mais tarde, qualquer empresa que queira crescer terá que enfrentar um dos grandes desafios do mundo empresarial, principalmente quando já existem concorrentes estabelecidos no mercado: lançar um novo produto ou serviço.

Poucas empresas sabem exatamente como calcular a probabilidade de sucesso de um novo lançamento, por isso até hoje o assunto tem sido mais arte do que ciência, dominado pelo que podemos chamar de “Teorema de Chutágoras” – ninguém tem a mínima ideia de quanto exatamente vai vender o novo produto ou serviço. Aliás, raramente se sabe se ele sobreviverá, se terá sucesso e dará lucro. Lança-se e torce-se para que dê tudo certo. Às vezes dá, às vezes não dá, e depois que o barco afundou, todo mundo sabe porquê. O grande desafio, então, é evitar que ocorra novamente – poucas empresas hoje têm os recursos, o tempo e a energia necessários para desperdiçar em lançamentos mal-sucedidos. Precisamos de sucessos lucrativos, e rápido!

Os mais recentes trabalhos de diversos consultores dedicados à inovação, incluindo Adrian Slywotzky (autor de “Crescendo em Mercados Estagnados” – Ed. Campus) e Chris Zook (“Além das Fronteiras do Core Business” – Ed. Campus), porém, têm mostrado um caminho cada vez mais claro em termos de estratégias competitivas de crescimento, principalmente baseando-se em núcleos de competência (o famoso core competence, termo cunhado inicialmente por Gary Hamel e C.K. Prahalad). O mais promissor desses estudos de inovação, e na minha opinião pessoal também o mais interessante, é o do Clayton Christensen, autor de “O Crescimento pela Inovação” (Ed. Campus). Christensen tem algumas definições muito interessantes e simples que podem nos ajudar a entender a lógica por trás da inovação e, no processo, aprimorar a qualidade e taxa de sucesso de novos lançamentos nas empresas:

a) Quando um cliente compra um produto ou serviço, na verdade ele está “contratando” este produto ou serviço para resolver um problema. O caminho do sucesso para as empresas é facilitar a resolução desse problema que o cliente já está tentando resolver. Em outras palavras, um produto ou serviço que realiza um melhor trabalho e satisfaz mais as necessidades do cliente ao ser “contratado” obviamente terá mais probabilidades de sucesso.

b) Todo produto ou serviço tem motivadores de compra (preço baixo e benefícios) e barreiras de aquisição (dificuldades de aquisição e uso).

c) Para ter 100% de sucesso garantido um novo produto ou serviço deve:

c.1) Aumentar a motivação de compra – tem que ser mais acessível (preço mais baixo) e tem que ter melhores características (mais benefícios).

c.2) Eliminar barreiras de aquisição – Não deve ter custos de adoção, troca ou adaptação (facilidade de uso) e deve ser fácil de encontrar (facilidade de aquisição).

É fácil ver porque um produto ou serviço nestas condições fará sucesso, pois tem apenas benefícios e nenhuma barreira. Quanto mais um lançamento conseguir ter sucesso nestes quatro quesitos, maiores suas probabilidades de vencer no mercado. E, se a empresa conseguir fazer isso com uma margem razoável de lucro, então com certeza terá um vencedor em mãos. Veja que não são necessários os quatro quesitos mas, quanto mais puder se aproximar disso, maiores as probabilidades de sucesso.

Outro conceito muito interessante de Christensen é o que ele chama de “não consumidores”. Se você pegar o potencial de consumo de um produto ou serviço da

sua empresa, verá que apenas uma parcela do universo total é seu cliente. A grande pergunta é: por que? Por que tanta gente não compra de você? A resposta é clara e evidente e acabamos de vê-la:

a) porque não existem motivadores suficientes para comprar de você (custo/benefício)

b) porque existem barreiras de aquisição (dificuldades de comprar e dificuldades de adotar, trocar ou adaptar do fornecedor atual).

Ao enfrentar estas condições mercadológicas de forma estratégica, uma empresa poderá aumentar muito mais suas vendas do que simplesmente imitando concorrentes ou criando campanhas de incentivos para sua força de vendas. Se realmente quiser melhorar seus resultados, está na hora de usar mais o cérebro para lançar produtos e serviços realmente inovadores que ajudem seus clientes a resolver problemas, de forma simples, barata e rápida. Este é o segredo do sucesso estratégico em vendas.

Dicas do Raúl para lançamento de novos produtos ou serviços:

Antes de lançar um produto ou serviço:

1) Deixe bem claro qual é o problema que ele vai resolver.

2) Tente que ele seja mais barato do que o do concorrente.

3) Tente fazer com que crie mais benefícios.

4) Tente diminuir os incômodos de troca, adoção ou adaptação.

5) Tente fazer com que seja muito mais fácil de adquirir do que o do concorrente.

Fonte: CANDELORO, Raúl. Como ter sucesso no lançamento? Disponível em: . Acesso em: 26 ago. 2008.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O Coração Compra


Quero apresentar a vocês um conceito que ninguém vêm observando no marketing e, com o crescente avanço das técnicas de marketing de relacionamento, pode se tornar um fator determinante de sucesso. Muito tem se falado sobre fidelização de clientes e muitas ferramentas têm sido desenvolvidas para melhorar o relacionamento com eles, mas, fundamentalmente, temos que nos ater a este conceito se quisermos que a fidelização do mesmo seja consolidada.

Conhecemos o mind share – parcela de memória – que é o quanto o poder de uma marca está cravada na cabeça de cada um dos possíveis clientes, ou clientes, de uma empresa. Este mind share deve ser conseguido com os investimentos necessários em propaganda para que a maioria dos potenciais compradores não apenas nos conheçam, mas tenham uma idéia bem definida de nossa empresa e nosso propósito. É muito comum, no mercado industrial principalmente, fazer propaganda para vender. Isto é complicado, na medida que a volatilidade da memória humana é muito alta e, gravar no cérebro das pessoas nossa proposta é muito difícil quando não conseguimos vender a ele um benefício concreto.

Além disso, quando você anuncia Facas para cortar pão em um mercado que existem muitos outros fabricantes que fazem o mesmo, você é mais um e, se a pessoa não tem necessidade de comprar uma faca para cortar pão no momento, não se lembrará no futuro quando esta necessidade aparecer. Mas se você anuncia As únicas facas para cortar pão que não deixam farelo o benefício fica claro e as diferenças começam a aparecer. Como você tem este diferencial – e, claro, ele seja um benefício que o comprador valorize –, você não começa negociando por baixo, ou seja, pelo preço, pois este diferencial começa a oferecer uma vantagem competitiva sobre os seus concorrentes.

Uma vez que você vende inúmeras facas para cortar pão, aparece aí o segundo conceito de marketing que queremos mostrar: O Marketing Share. Este é traduzido pela sua real participação de mercado conseguida, ou seja, de cada 100 facas de cortar pão vendidas, 25 são suas. Então você tem 25 % de marketing share. Para atingir esta participação, não adianta apenas anunciar. É preciso disponibilizar, da melhor forma possível, sua faca para seu cliente. Isto que dizer canais de distribuição, ou equipe de vendas bem azeitadas de forma a conseguir fechar a venda que foi iniciada pela propaganda.

Agora sim, vamos ao terceiro conceito. o hearth share que poderíamos traduzir como parcela do coração. Depois que as pessoas compram sua faca de cortar pão, elas irão experimentar esta maravilha e se surpreender ou se decepcionar. No primeiro caso, o da experiência positiva, cria-se um elo de simpatia entre a empresa e o comprador que, a cada utilização do produto se reforçará. Até que um dia ele, por algum motivo, precise de uma assistência técnica. É hora de uma nova experiência que pode ser boa ou ruim. E novamente o cliente se surpreende ou se decepciona. E a cada contato com sua empresa, o comprador vai colecionando figurinhas boas e ruins e formando um album de opiniões que, no final, irão criar, ou fortalecer, ou sedimentar laços afetivos com seu produto, marca ou empresa. E aí, não importa o tipo de produto envolvido na transação. Todos obedecem a mesma seqüência, em maior ou menor grau.

Por isso, fazer marketing de relacionamento, não significa apenas mandar cartão de aniversário ou de natal e, tampouco, saber para que time o cliente torce ou seu perfume preferido.

Significa estabelecer relações profundas com o cliente em todos os graus, mesmo aqueles que você não pode controlar, como quando o cliente está usando o produto. Se sua empresa está em busca disso, ótimo, mas se não está trate de pensar nisto urgente.

Fonte: COLDIBELLI, Sidney. O coração compra. Disponível em: . Acesso em: 09 mai. 2005.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Visita ao PROJAC


No dia 09 de junho de 2011 a Tudo! levou clientes para conhecer o PROJAC (abreviatura de Projeto Jacarepaguá, como é conhecida a Central Globo de Produção). Este é o centro de produção da Rede Globo, localizado em Curicica, no Rio de Janeiro. Inaugurado em 1995, é considerado o maior núcleo televisivo da América Latina, com área total de 3,99 milhões de metros quadrados.

Os antigos estúdios da Rede Globo, abertos em 1965, ficaram pequenos para as produções da emissora. Em 1980, constatou-se que as instalações da emissora tornariam-se impróprias em pouco tempo. Foi projetado então o Projac (na época, chamado de Projeto Jacarepaguá), para abrigar os estúdios, administração, produção, direção; e sair do Jardim Botânico. A grandiosidade do Projac, entre a concepção e a inauguração, constitui-se em uma empreitada de gerações, levando quase quinze anos para ficar pronto. No longo intervalo entre a saída da Globo de seus antigos estúdios e a entrada definitiva no Projac, a emissora alugou outros espaços, como a Atlântida Cinematográfica, os estúdios Tycoon, de Cyll Farney, e os estúdios da Herbert Richers.

Atualmente, o Projac abriga dez estúdios de gravação ordenados de A a J, cidades cenográficas, fábrica de cenários e a casa do Big Brother Brasil. É como uma pequena cidade, com três lanchonetes, um restaurante, bancos.

Em 2011, o diretor de arte da Globo, Mário Monteiro anunciou: "Hoje, impressionamos os estrangeiros com a nossa qualidade. Para ultrapassarmos Hollywood só falta termos mais tempo para produção. Estamos perseguindo isso”, e tivemos a certeza da ampliação dos estúdios globais. O projeto é a ampliação em mais quatro estúdios, que ocupariam 300 mil m², fazendo com que a área do Projac passe de 1,6 milhões de m² para 1,9 milhões de m², aproximando-se de 2 milhões de m². Ainda o diretor executivo de competência da Globo, Edson Pimentel, disse: “Não pensamos só em produtividade, somos uma indústria de sonhos. Trabalhamos com paixão”.

São dez estúdios de gravação, que ganharam letras de A a J. Seis deles têm mil metros quadrados cada um, e os outros quatro, 560 metros quadrados. Nos estúdios maiores são gravadas todas as novelas e os programas de auditório. À esquerda do complexo, estão os dois estúdios que são palco do Domingão do Faustão (Estúdio F), do Caldeirão do Huck e de programas afins. Ao lado deles, ficam os quatro estúdios das novelas. Mais à direita, encontram-se os estúdios menores, usados para seriados.

As cidades cenográficas ocupam uma área de 160 mil metros quadrados. Um amplo galpão abriga a fábrica de cenários. Lá confeccionam-se fachadas e interiores, desmontáveis, que estarão em cena. Há uma sala dedicada à pintura de painéis e objetos. O Palácio da Cenografia é vizinho da fábrica. Ali ficam os cenógrafos, cercados de desenhos e imagens de suas criações. Bem em frente, acha-se o restaurante maior. A praça de alimentação tem três lanchonetes e um restaurante. É comum ver famosos ali nos intervalos das gravações.

Agradecimentos ao grande parceiro Marcelo Oliveira - INTERTV e a
simpaticíssima Luciana Lourenço - Central Globo de Comunicação.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Objetivos em Ação


Hoje vamos falar sobre Objetivos em Ação.

Organizados os pensamentos, e já sabedores o que queremos, temos que partir para a ação. É como um sonho de uma viagem muito desejada. Nós imaginamos, sonhamos, planejamos e agora chegou a hora de sair ao destino.

Um exemplo: O nosso objetivo é viajar em férias para Guarapari-ES, já sabemos a melhor época para ir, as estradas que vamos percorrer, o hotel que vamos ficar e os roteiros que queremos visitar. Muito bem... objetivamos. Então vem a meta. “Quero aproveitar 100% dos roteiros em 15 dias.” É possível? Sim é possível. Desde que não haja nenhum contra-tempo no que planejamos.

Então vamos transportar para a realidade da sua empresa: 
Os objetivos são os resultados que a organização pretende realizar. Deve-se identificar aonde a empresa quer chegar. Traçar objetivos pode fazer a diferença em sua vida, mas é preciso definir um plano real e profundamente verdadeiro, que funcione para você.

Seu objetivo é específico?
Pense em seu objetivo como um destino específico e decida qual a rota para alcançá-lo. Só desta forma poderá descobrir facilmente se pegou um caminho errado.

Seu objetivo é mensurável?
Sem saber qual o placar, você pode perder o incentivo. Pense em um jogo de futebol. O mesmo esquema que leva o time em busca dos gols vale quando você batalha pelos seus objetivos. Se precisar mude as estratégias e ponha seu jogador principal no banco para descansar (isto é, você mesmo). Só assim você vai poder recarregar as baterias.

Qual o prazo que você se deu?
Seus objetivos precisam de prazos, para que nunca sejam menos importantes do que a conta de luz. Mantenha a motivação em alta criando uma recompensa ou um castigo para que você se sinta motivado a realizar as coisas sempre nos prazos definidos.

O Objetivo descreve o que você quer, a Meta apresenta os marcos pelos quais você terá de passar para que seus objetivos se materializem. Objetivo é o que você quer, meta é o que você está disposto (e precisa) a fazer para chegar até seu objetivo. Defina bem seu objetivo e o trabalho de descrever as metas ficará muito mais fácil.

Para efetuar uma verdadeira mudança positiva em suas experiências, você precisa vê-las como deseja que sejam ao invés de vê-las como são. Quando concentramos atenção em qualquer coisa – desejada ou não, você inclui uma vibração, um desejo, um foco.

Então, realização de objetivos está na seguinte equação:

Objetivo + Meta + Foco = Realização
As realizações são resultados desta soma de fatores que poderão ser positivos, negativos ou podem encontrar um ponto de equilíbrio.

Geralmente, quando alocamos os recursos adequados em nosso planejamento os objetivos são alcançados, as metas superadas e a sintonia é fina. O diferencial surge na qualidade das realizações, e na velocidade das ações devido ao fator foco.

Para reforçar: Objetivo + Meta + Foco = Realização.

Mas se nada deu certo, decepções são ótimas experiências para rever o processo. Os objetivos correspondem com a missão da empresa? As metas estão compatíveis com a Visão de futuro da sua instituição?

Vamos voltar ao exemplo da viagem: Vamos para Guarapari/ES, certo? De Carro, de moto, de ônibus, de bicicleta ou a pé. Nossos objetivos e metas têm que ser compatíveis as realidades do Como Faremos? Quais são nossos recursos? Lembra do nosso último programa? O quê; Por quê; Como; Quem; Quando e Onde.

Os processos específicos para atingir qualquer objetivo, são apenas meios. O mais importante é você! Desejar não basta, é necessário a sua vontade, força motriz para que as coisas aconteçam.

Coluna Start 03 - Flavio Gueiros

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Estratégias de recuperação para
sobreviver e prosperar, após a recessão.


Quando as vendas estão em baixa e fluxo de caixa vai da mesma forma, o empresário começa a se revirar vendo que o barco pode afundar. Em desespero ninguém pensa, nem age corretamente. Então ao invés de ver entrar água pelo barco, preocupe-se em tampar os buracos deixados para trás e procure terra !!!

MAS COMO VOLTAR A NAVEGAR COM FORÇA TOTAL?


  • Olhe de fora da situação. Afaste-se para entender o todo, e não o pontual.
  • Procure quem esteve e não está mais. Onde estão os clientes? Para onde foram?
  • Não se isole. Vá atrás de quem você não vê mais. Busque-os e diga que são bem-vindos.
  • Visite, pelo menos, oito clientes inativos semanalmente. 
  • Fale sobre o seu negócio com cinco pessoas (clientes ou não).
  • Quando eles voltarem, ouça seus descontentamentos ou sugestões.
  • Eles podem lhe dar insights sobre seus produtos, clientes e amigos.

QUEM NÃO É, PODE SER !
  • Faça uma lista com 20 empresas ou pessoas que nunca compraram com você.
  • Apresente-se a 4 potenciais clientes semanalmente.

CONVERSE COM SUA EQUIPE.
  • Explique a situação. Não esconda deles as dificuldades.
  • Não faça cortes.
  • O que você pode diminuir para aumentar? Navalha na carne...
  • Demissões desmotivam e sufocam o crescimento.

PRECIFICAÇÃO

  • Utilize preços promocionais. Diminua sua margem de lucro e faça a roda girar.
  • Trabalhe com o estoque. Reduza compras desnecessárias. Refaça seu inventário.

GRITE !!!!


  • Divulgue que isto tudo está acontecendo no seu negócio.
  • Pergunte aonde seus clientes gostariam de saber suas ofertas.
  • Encontrar a melhor maneira de se destacar na multidão.
  • Cuide do “rosto” que você quer mostrar ao seu cliente.
  • Crie um padrão de identificação. Fica mais fácil lembrar de um rosto conhecido.
  • Mire um alvo. Segmente ! Você tem pouca munição!

    sexta-feira, 13 de maio de 2011

    Como encontrar tempo para Tudo?



    As pessoas bem sucedidas pensam em tudo ao mesmo tempo, enquanto outros tendem a colocar limites em si mesmos. Esta maneira de pensar é geralmente deficiente, e nem a gestão do tempo, nem equilíbrio poderão resolvê-lo. Deixe de pensar em termos e comece a pensar em tudo e todos.

    Se você inicia um compromisso com o sucesso e concorda em controlar o tempo, você vai criar uma agenda que acomoda tudo que você quiser. Estes seis passos a seguir podem ajudar você a começar.

    1. Definir prioridades específicas. Definir prioridades é antecipar o sucesso de uma ação. Se o sucesso é uma meta, então eu sugiro que você gaste a maior parte do seu tempo buscando a meta. Lembre-se que sucesso é reunir Tudo: finanças, família, felicidade, espiritualidade, física ou bem-estar emocional.

    2. Estabeleça prioridades sozinho. Sozinho suas prioridades, serão prioridades, na presença de outras pessoas com agendas diferentes pode puxá-lo em outras as direções.

    3. Acompanhe como você gasta o seu tempo. A maioria das pessoas não têm idéia do que faz com seu tempo, mas ainda reclamam que não têm o suficiente. Se você não sabe quanto tempo que você tem - ou necessidade - como você pode esperar para gerenciá-la?

    4. Criar um cronograma com base em suas prioridades. Visualizar os compromissos ajuda a estimular a mente humana criar a priorização de atividades e organizar o tempo.

    5. Procure maneiras de maximizar o seu tempo. A única maneira de aumentar o tempo é fazer mais tempo no tempo que você tem. Considere sempre que "tempo é dinheiro". Como você trata seu dinheiro? Planejado, com priorização e investindo para que ele aumente? Então leve a sério a expressão:Time is Money.

    6. Continue modificando suas prioridades. Comece pelos horários. Evite atrasar um encontro. Respeitar a prioridade do outro é um caminho certo para o sucesso. As coisas só mudam na sua vida se você estabele novas metas para mudar o curso de seus objetivos. Sabe aquela frase: “Estava no lugar certo na hora certa.”, pois é, na hora certa da sua oportunidade. Se você não estevisse lá, outro estaria... Priorize !

    Tempo para Tudo, e não, Tudo ao seu Tempo.

    Sabedoria, Sorte e Sucesso ! Sempre.

    segunda-feira, 2 de maio de 2011

    Eventos Corporativos


    Fazer um evento pode se tornar uma dor de cabeça para empresários. Por onde começar? Devo investir minha verba, que é curta, nisso? Será que contrato alguém especializado para fazer isso para mim? Essas e outras questões, sem dúvida, ficam martelando na cabeça. De fato, organizar um evento não é tarefa simples, principalmente para quem não tem experiência, e pode sair caro para o bolso do empreendedor.

    Falando sobre o tema, outro dia bati um papo com a Adriana Maximo, da Techne Comunicação e Eventos, uma pequena empresa especializada em eventos corporativos que está há nove anos no mercado e tem na lista de clientes grandes marcas como Nycomed, Aché, Gatorade, Danone e Adidas. Sobre a conversa, vou compartilhar alguns pontos e observações importantes.

    “O conceito do evento deve estar alinhado com o marketing da empresa”
    Isso pode parecer óbvio, mas muitas empresas pecam nesse ponto. Os detalhes fazem toda a diferença. Algumas PMEs não têm um departamento específico para fazer eventos e sofrem também com a ausência de um planejamento de marketing. Mesmo assim, o evento precisa dialogar com as políticas e o posicionamento da marca no mercado. Um exemplo: pega mal uma empresa de saúde servir muitas frituras em um coffee break. Para isso, um bom primeiro passo é pensar detalhadamente a elaboração do evento antes de partir para a execução.

    “A questão dos brindes é delicada”
    Adriana explica que atualmente há uma política de que alguns segmentos, como o da indústria farmacêutica, não podem distribuir brindes. É preciso prestar atenção nisso. Ao definir um brinde, é importante levar em consideração se a empresa já teve alguma experiência anterior, qual a verba disponível, se o brinde retrata realmente a mensagem da empresa. “O brinde precisa ser criativo, útil, prático e original. E, claro, precisa estar vinculado ao produto”, explica Adriana.

    “Cuidado ao utilizar mídias sociais para enviar convites para eventos”
    Outro dia recebi um convite para uma coletiva de imprensa pelo Facebook. Não recebi nenhum e-mail, nenhum telefonema, carta, nada. Somente um convite para um evento criado no Facebook. Achei estranho, diferente, inovador, mas estranho. A dica é sempre tomar cuidado com a forma como o convite será feito. “Não se pode perder o tom do pessoal”, diz Adriana. As redes sociais são, sem dúvida, boas ferramentas para divulgar o evento, mas o convite em si precisa ser pessoal, para que a pessoa realmente se sinta convidada. Dessa forma, as chances dela sair de onde está e ir, são infinitamente maiores.

    “A sustentabilidade é tendência, mas existe uma diferença entre organizar um evento sustentável e apresentar elementos que sigam essa linha”
    Fala-se muito em sustentabilidade. Brindes ecológicos, releases impressos em papel reciclado (sustentável mesmo seria enviar por e-mail). Mas se o objetivo é fazer um evento que levante essa bandeira, é importante fazer direito. Ter uma pessoa que saiba mesmo fazer o cálculo das emissões de carbono equivalentes aos recursos utilizados no evento é um bom começo.

    “O barato às vezes sai caro, cuidado com o coffee break”
    Outro dia fui a um evento e no coffee break tinha uma mesa linda, com uma infinidade de bolos recheados, uma delícia. O ponto é que não havia talheres e pratos, a proposta era comer os bolos com o guardanapo. Tarefa difícil, as pessoas tentavam equilibrar o doce ao mesmo tempo que seguravam os papéis, a bolsa, o copo… Causou bastante meleca. “O coffee break tem que ser funcional. Além disso, tem gente que não come determinadas coisas, como farinha branca. Colocar frutas é fundamental”, comenta Adriana. A distribuição dos pratos também precisa ser cautelosamente organizada, para que as pessoa não se aglomerarem. Importante também lembrar de distribuir adequadamente os lixos e organizar a equipe que vai recolher os copinhos.

    Fonte:<http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/coffe-break-convites-brindes-e-algumas-outras-dicas-sobre-fazer-um-evento-corporativo/> - Camila Hungria - Papo de Empreendedor