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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Inovação + Estratégia + Tecnologia = $UCE$$O


Inicialmente usados para catalogar diferentes partes na construção de veículos, hoje o QR Code(acrônimo do inglês Quick Response) é usado no gerenciamento de inventário em uma grande variedade de indústrias. Desde 2003, estão sendo desenvolvidas aplicações direcionadas para ajudar os usuários na tarefa de adicionar dados em telefones celulares usando a câmara fotográfica. Os QR Codes são muito comuns também em revistas e propagandas, onde usam-se os códigos para guardar endereços e URLs, além de informações pessoais detalhadas, no caso de cartões de visitas, facilitando muito a inserção destes dados em agendas de telefones celulares. Consumidores com programas de captura ou PCs com interface RS-232C, podem usar um scanner para capturar as imagens.

O padrão Japonês para QR Code, JIS X 0510, foi disponibilizado em Janeiro de 1999 e corresponde ao padrão internacional ISO/IEC 18004. Foi aprovado em Junho de 2000. "QR Code é aberto para uso e sua patente, pela Denso-Wave, não é praticada." (retirado do site da Denso-Wave).

A banda Pet Shop Boys utilizou imagens do código QR no clipe da música "Integral". São dezenas de códigos que aparecem durante o clipe. Todas as imagens quando decodificadas apresentam links para diferentes sites, em geral tratando da questão da privacidade no mundo contemporâneo.

No Brasil, o primeiro anúncio publicitário a utilizar o código QR foi publicado pela Fast Shop em dezembro de 2007. Mais tarde a Nova Schin publicou um anúncio com o código em junho de 2008 e a Claro fez uma campanha utilizando o Código QR em novembro de 2008.A Revista Galileu da Editora Globo também aderiu QR para que o usuario tivesse acesso a informações extras atraves do seu celular.

Também em novembro de 2008, durante o Salão do Automóvel, a Volkswagen aproveitou o código para uma pequena ação em sua estande.

Fonte: Wikipédia 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Qual a diferença entre Ideia e oportunidade?


Há uma grande diferença entre ideia e oportunidade, e isso é uma das grandes causas de insucesso. A confusão é muito comum entre os empreendedores iniciantes. Identificar e agarrar uma oportunidade é, por excelência, a grande virtude do empreendedor de sucesso. É necessário que o pré-empreendedor desenvolva essa capacidade, praticando sempre. Atrás de uma oportunidade sempre existe uma ideia, mas somente um estudo de viabilidade, que pode ser feito através do Plano de Negócios, indicará seu potencial de transformar-se em um bom negócio.

Algumas fontes de ideias:


  • Negócios existentes: Pode haver excelentes oportunidades em negócios em falência. É lógico que os bons negócios são adquiridos por pessoas próximas (empregados, diretores, clientes, fornecedores). 
  • Franquias e Patentes. 
  • Licença de produtos: Uma fonte de boas idéias é assinar revistas da área. Corporações, universidades e institutos de pesquisa não-lucrativos podem ser fontes de idéias. 
  • Feiras e exposições 
  • Empregos anteriores: Grande número de negócios são iniciados por produtos ou serviços baseados em tecnologia e idéias desenvolvidas por empreendedores enquanto eram empregados de outros. 
  • Contatos profissionais: Advogados de patentes, contadores, bancos, associações de empreendedores. 
  • Consultoria: Dar consultoria pode ser uma fonte de idéias. 
  • Pesquisa universitária 
  • A observação do que se passa em volta, nas ruas. 
  • Idéias que deram certo em outros lugares. 
  • Experiência enquanto consumidores. 
  • Mudanças demográficas e sociais, mudanças nas circunstâncias de mercado. 
  • Caos econômico, crises, atrasos (quando há estabilidade, as oportunidades são mais raras). 
  • Uso das capacidades e habilidades pessoais. 
  • Imitação 
  • Dar vida à uma visão. 
  • Transformar um problema em oportunidade. 
Sobre a oportunidade:
  • Ela deve se ajustar ao empreendedor. Algo que é uma oportunidade para uma pessoa pode não ser para outra, por vários motivos (know-how, perfil individual, motivação, relações etc.)
  • É um alvo móvel. Se alguém a vê, ainda há tempo de aproveitá-la. 
  • Um empreendedor habilidoso dá forma a uma oportunidade onde outros nada vêem, ou vêem muito cedo ou tarde. 
  • Idéias não são necessariamente oportunidades (embora no âmago de uma oportunidade exista uma idéia). 
  • A oportunidade é a fagulha que detona a explosão do empreendedorismo. 
  • Há idéias em maior quantidade do que boas oportunidades de negócios. 
  • Características da oportunidade: é atraente, durável, tem uma hora certa, ancora-se em um produto ou serviço que cria, ou adiciona valor para o seu comprador. 
  • Apresenta um desafio: reconhecer uma oportunidade enterrada em dados contraditórios, sinais, inconsistências, lacunas de informação e outros vácuos, atrasos e avanços, barulho e caos do mercado (quanto mais imperfeito o mercado, mais abundantes são as oportunidades). 
  • Reconhecer e agarrar oportunidades não é uma questão de usar técnicas, checklists e outros métodos de identificar e avaliar; não há receita de bolo (a literatura tem mais de 200 métodos), mas depende da capacidade do empreendedor.

Atividades Janeiro 2012 - SEBRAE

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Marketing Digital Eleitoral



O marketing digital eleitoral já é uma realidade na política mundial e brasileira, principalmente em decorrência da popularização do acesso à Internet e o uso das redes sociais como forma de esclarecimento e pesquisa. O marketing político passa por um momento de transição e é importante que os políticos tomem consciência das consequências dessas mudanças em termos de marketing político digital. Nas eleições de 2010 o TSE já deixou claras as regras para o marketing digital eleitoral, agora cabe aos candidatos assumirem suas posições no ambiente online.

Marketing Digital Eleitoral

Uma campanha de marketing político não pode fechar os olhos ao mais de 60 milhões de internautas no Brasil. É uma legião de eleitores que fazem a diferença em uma campanha eleitoral seja ela majoritária ou proporcional. Em nosso curso de marketing político digital chamamos atenção para o potencial dessa fatia da população que encontra da Internet a respostas para as dúvidas na hora de votar.

As pesquisas mostram que aproximadamente 40% dos eleitores chegam no dia da eleição sem ter a mínima ideia de em quem votar. É nesse cenário que o marketing digital eleitoral se faz presente e esclarece a população, principalmente através das mídias sociais.

As redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter se transformaram em verdadeiros oráculos, formando opiniões e apontando problemas que afligem o eleitorado. Dessa forma, se torna obrigatório em uma campanha de marketing digital eleitoral uma forte atuação nestas mídias para que os candidatos possam levar ao publico suas plataformas, ideias, posicionamentos e realizações. O marketing político digital está se tornando um segmento cada vez mais sofisticado e por isso exige dedicação e conteúdo relevante.

O novo eleitor

O próprio eleitor mudou. Ele não espera pelas informações da forma passiva que assumia antigamente. Nos dias de hoje o eleitorado busca na Internet a informação que precisa, e se o candidato não tem uma estratégia de marketing político na Internet ele simplesmente se coloca de fora do leque de opções. Esse é um cenário novo com o qual as campanhas de marketing eleitoral devem se preocupar e se preparar.

O grande desafio das campanhas de marketing digital eleitoral é entender esse novo eleitor e montar mecanismos que vão ao encontro dessa necessidade de informações. O posicionamento dos candidatos na Internet deverá ser adaptado para essa nova mídia, que antes de tudo deve ser entendida pelos coordenadores de campanha, pois é um ambiente bastante diferente do encontrado nas campanhas de marketing político tradicionais.

O novo eleitor trata o marketing político eleitoral de forma seletiva. Ele busca conteúdo que seja realmente relevante para sua decisão de voto em qualquer campanha de marketing eleitoral na Internet.

O desafio do marketing digital eleitoral nas novas mídias

Criar uma campanha de marketing digital eleitoral não é mais uma opção e sim uma imposição do eleitorado. Para ser eficiente esta ação deve ser muito bem planejada e executada por profissionais gabaritados com pleno conhecimento das ferramentas disponíveis no marketing digital atual. Não adianta juntar uma monte de peças do marketing convencional, digitalizar e chamar isso de campanha de “marketing digital eleitoral”. Isso simplesmente é uma colcha de retalhos. Uma verdadeira campanha de marketing digital eleitoral envolve pesquisa do público-alvo, planejamento de mídia, cronograma e mensuração de resultados.

Os candidatos ao pleito de 2012 deverão se preparar para expor de forma clara suas propostas nos diversos canais da Internet e principalmente, interagir com os eleitores, o que não estão muito acostumados. Usar a Internet como simplesmente um palanque eleitoral digital, sem interação com o público não é ter uma campanha de marketing digital eleitoral.

Fonte: <http://www.cursodeecommerce.com.br/blog/marketing-digital-eleitoral/>

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Marketing de Guerrilha

Excelente exemplo de Marketing de Guerrilha. Criatividade x Orçamento:


O Marketing de Guerrilha, como descrito por Jay Conrad Levinson no seu popular livro Guerrilla Marketing de 1982, utiliza-se de maneiras não convencionais para executar suas atividades de marketing e com orçamentos “apertados”.

Levinson diz que pequenas empresas empreendedoras são diferentes de empresas grandes. Ele menciona um artigo da Harvard Business Review de Welsh e White que diz que pequenos negócios não são versões menores de um negócio grande. Por causa da falta de recursos dos pequenos negócios, estes precisam utilizar diferentes tipos de estratégias de marketing e táticas.

Porém, na atual sociedade saturada de comunicação, grandes empresas começam a utilizar o Marketing de Guerrilha em seu mix de marketing para atingirem os corações e mentes de seus públicos-alvo e trazerem atitude para suas marcas.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Metas para 2012



Objetivos inalcançáveis, prazos exíguos, escopo amplo
ou impossibilidade de medi-las podem desmotivar os colaboradores.

Por Marcos Morita

O mundo corporativo já entrou em contagem regressiva, faltando menos de uma semana para as festas de final de ano. Grande parte das empresas costuma programar férias coletivas neste período, época em que quase nada se decide no campo dos negócios. Apesar do marasmo, aproveite para definir os principais objetivos a você e sua equipe para o próximo ano.

Praticamente todas as firmas utilizam metas para medir o desempenho de departamentos e colaboradores, independentemente do nível hierárquico e função. Ao topo da pirâmide temas mais abrangentes, estratégicos e de longo prazo. Já para a base, ações táticas e de curto prazo. Operacionalizá-las é função do corpo gerencial, localizados no meio da figura.

Apesar de simples, estabelecê-las esconde alguns segredos. Objetivos inalcançáveis, prazos exíguos, escopo amplo ou impossibilidade de medi-las podem desmotivar os colaboradores. Aprecio a técnica SMART, a qual menciona que as metas devem ser específicas, mensuráveis, atingíveis, realistas e tangíveis, já traduzidas para o português. Vejamos.

Específicas: aumentar o market share, reduzir a inadimplência ou penetrar um novo mercado são metas interessantes, porém muito gerais. Para torná-las menos genéricas é necessário um maior nível de detalhamento. Conquistar dois pontos de market share no mercado carioca, através da penetração na classe A da zona sul , por exemplo, seria algo bem mais específico.

Mensurável: ainda na mesma linha, é necessário medir os dois pontos de market share obtidos, sejam eles em unidades físicas, monetárias ou margens de contribuição. Caso contrário, um vendedor poderia conquistá-lo oferecendo grandes descontos, comprometendo a lucratividade.

Atingível: imagine um novo entrante no setor de bebidas, cuja meta seja obter metade do mercado da Coca-Cola. Apesar de desafiadora é na prática inatingível, mesmo que pertença a um grupo com grande poderio financeiro. O feitiço neste caso virará contra o feiticeiro, arrefecendo os ânimos dos envolvidos num curto período de tempo.

Realista: algumas multinacionais têm sofrido deste mal após 2008. Com os mercados maduros em queda, executivos globais recorrem aos emergentes para cobri-los. É comum aplicar taxas de crescimento chinesas à filiais brasileiras, ao mesmo tempo em que se solicitam margens de lucro cada vez mais elevadas. São as conhecidas metas para inglês ver.

Tangíveis: aqui entra o critério tempo, em meu ponto de vista o corolário de todos os anteriores. Um prazo muito curto pode desmotivar os envolvidos pela impossibilidade de cumprimento, enquanto sua falta pode levar a acomodação. O governo brasileiro é mestre neste quesito, aplicando-os em suas duas vertentes.

Em minha experiência pude verificar que alguns gestores têm dificuldade em utilizar o critério SMART, criando metas muito amplas, fracas ou inatingíveis, as quais não contribuem para o resultado da empresa. Sugiro que comece aplicando-o ainda neste ano, revisando as metas estabelecidas. Talvez seja um bom programa aos que ficarão de castigo, nesta época de telefones mudos.

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As opiniões veiculadas nos artigos de colunistas e membros não refletem necessariamente a opinião do Administradores.com.br.

Fonte: http://www.administradores.com.br/

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Como controlar o meu estoque?


A empresa que tem necessidade de fazer estoque para poder realizar melhor as suas vendas deve ter a atenção redobrada, no mínimo em relação a dois fatores:

Não podem faltar produtos.
Não podem sobrar produtos em demasia.

Essa é a essência dos estoques nas empresas: o suprimento da quantidade de produtos que o mercado, entenda-se cliente, deseja adquirir de imediato.

Portanto, é mais eiciente, ter a quantidade  ideal da demanda, quando se tem planejamento, ou seja, quando o empresário estabelece as seguintes metas:
  • Previsão de vendas para os vários períodos do ano.
  • Previsão de compras necessárias para atender as expectativas de vendas.
  • Previsão do estoque mínimo - que estará representando o estoque de segurança - e que  leva em consideração, entre outras  questões,  o  tempo  que  a  empresa tem que esperar para  receber as compras realizadas  e  quando  é  o  caso,  também  o tempo de produção. 
O planejamento de vendas e de compras,  também deve indicar as ações de venda que devem ser implementadas para garantirem que o que foi previsto de fato aconteça. Não dá para planejar e apenas icar esperando acontecer.

Faça acontecer o que foi planejado. Tenha o que foi planejado como um desafio de vendas a ser conquistado por todos na empresa,  inclusive se lembrar de pensar nas ações que contribuam ainda mais para a venda de tudo o que é adquirido, como promoções de vendas, por exemplo.

Antes mesmo de terminar o período correspondente ao planejamento, seja, um mês, um trimestre, etc., acompanhe como as vendas estão se comportando e que outros  fatores podem estar  influenciando. Não deixe para pensar no problema somente  após  a  sua ocorrência, e  se está  se percebendo o  risco de  sobrar em estoque mais do que o previsto,  é preciso  agir  com  antecedência  e promover estratégias que ao menos minimizem o problema, ou seja, diminuam as sobras excessivas de estoque. 

Entende-se por excessiva toda a quantidade que ultrapassar o volume mínimo de estoque. Vale o esforço para efetivar os controles de estoque, pois isto estará contribuindo para que os  lucros gerados nas vendas não fiquem por muito  tempo  retidos e desvalorizados nos estoques.

Fonte: Gestão da Micro e Pequena Empresa - SEBRAE /SP

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Balanço 2011 - Núcleo de Empreendedorismo
de Teresópolis

Expectativa é de crescimento para 2012, com inclusão de mais empresas no projeto


O Comitê Gestor do NET (Núcleo de Empreendedorismo de Teresópolis) realizou nesta sexta-feira, 9, uma reunião para apresentar o Relatório de Indicadores de Desempenho 2011 e as ações a serem implantadas em 2012, entre elas, a captação de novos empreendedores e a participação em eventos do setor dentro e fora do município. Além disso, foi apresentada a avaliação da participação do NET na FEPRO (Feira da Promoção). O objetivo do núcleo é auxiliar os empreendedores, autônomos e empresários da economia informal interessados em montar e legalizar seu negócio.

“O balanço das ações de 2011 é muito positivo, pois as empresas participantes conquistaram um crescimento substancial, inclusive com geração de empregos. O nosso estande na FEPRO foi bastante visitado e gerou frutos, visto que diversas pessoas interessadas em integrar o projeto nos procuraram a partir do nosso trabalho lá. Foi uma excelente oportunidade de divulgação institucional e também de fechamento de negócios”, frisou Flavio Gueiros, Consultor Gestor do NET.

Para o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Eduardo Breder, o NET é de suma importância para o crescimento do município. “O Governo do Prefeito Arlei, através da nossa Secretaria, reforça a relevância do empreendedorismo para o desenvolvimento da cidade. Temos a certeza de que o núcleo é fundamental no processo de recuperação do município após o forte temporal de janeiro, aliás, Teresópolis já vem apresentando indicadores de retomada do crescimento econômico”, afirmou.

O Núcleo de Empreendedorismo de Teresópolis funciona dentro do Projeto Siga – Sistema de Incubadoras de Gestão Assistida – e foi implantando em parceria pela Prefeitura, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Aciat (Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Teresópolis), Facerj (Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Rio) e Sebrae/RJ. A iniciativa conta também com o apoio do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Unifeso.

Os interessados em participar do projeto devem se dirigir ao NET, na Rua Wilhelm Christian Kleme, 701/Fundos, Ermitage, de segunda a sexta, das 9h às 18h.

Texto: Mara Lúcia - Assessoria de Comunicação da Prefeitura - Foto: Davi Almada

sábado, 10 de dezembro de 2011

Núcleo de Empreendedorismo

O que é o diferencial competitivo?



Diferenciais competitivos são os atributos que tornam a empresa única e superior aos seus principais concorrentes. Tratam-se das vantagens e benefícios exclusivos que a empresa proporciona à sua clientela, que a concorrência ainda não conseguiu oferecer.

Diferenciais  competitivos  somente  têm  valor,  quando  o mercado  consumidor percebe estas vantagens. Por  isso, além de possuir estes diferenciais, a empresa também precisa divulgá-los de forma adequada. Diferenciais desconhecidos, não aumentam as vendas.

Para analisar os concorrentes, o empresário deve avaliar os pontos  fortes e fracos dos seguintes parâmetros:

  • Produto:  qualidade,  desempenho,  embalagem, etc.
  • Ponto  comercial:  localização,  estacionamento, facilidade de acesso, vitrines, etc.
  • Preço: valor, formas de pagamento, prazos, financiamento, etc.
  • Divulgação: intensidade, meios utilizados, freqüência, etc.
  • Força de  vendas: quantidade e qualidade dos  vendedores e pessoal de atendimento.
  • Logística: capacidade de armazenamento, distribuição, frota, etc.
  • Credibilidade: a imagem do concorrente junto ao mercado.

    Fonte: Gestão da Micro e Pequena Empresa - SEBRAE /SP

    sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

    quinta-feira, 24 de novembro de 2011

    Oficina de Aprimoramento de
    Produto e Acesso ao Mercado


    O SEBRAE, através da Tudo Marketing Estratégico, conduziu a Oficina de Aprimoramento de Produto e Acesso ao Mercado, no último dia 21 de Novembro de 2011 - na APA - Petrópolis. A Oficina de trabalho têm características similares aos seminários, sendo o encontro de pessoas com interesses comuns onde o palestrante coloca sua experiência e trabalho, com a realização de atividades práticas sobre o tema desenvolvido. No turismo, frequentemente são utilizados para contatos entre prestadores de serviços (fornecedores) e contratantes, em uma formatação semelhante a uma junção entre feira e rodada de negócios.


    O Projeto de Fomento ao Turismo em Parques Nacionais e Entorno objetiva o desenvolvimento de ações de integração dos Parques Nacionais com a cadeia produtiva do turismo do entorno dos mesmos, e a qualificação e estruturação desta para o desenvolvimento e fortalecimento da atividade turística nos destinos priorizados.


    O projeto FOMENTO DO TURISMO NOS PARQUES NACIONAIS E ENTORNO – PARNASO tem as seguintes diretrizes estratégicas:
    • Integrar o parque e a cadeia produtiva do turismo, visando o desenvolvimento de ações cooperadas e a valorização da unidade de conservação;
    • Aprimorar os produtos para que eles incorporem os valores e a identidade do Parque;
    • Estimular o acesso a mercado, com ações de marketing cooperado;
    • Aumentar a competitividade do destino.
    Também foram apresentados os diagnósticos de quinze empresas participantes. Serviço de apoio aos gestores ou proprietários de empresas, para auxiliar nas tomadas de decisões estratégicas,  com grande impacto sobre os resultados atuais e futuros. Constitui normalmente reflexo da atividade profissional de diagnóstico e  formulação de soluções acerca de um assunto ou especialidade. 



    As assistências técnicas foram oferecidas a grupo de empresários ou individualmente.O foco é que os produtos incorporem os valores do parque, ou seja, que a identidade dos produtos seja  refletida nos produtos e serviços do destino.  

    Neste momento, em função das necessidades  identificadas nas fases anteriores, no interesse demonstrado pelo destino e nos recursos disponíveis para esta fase, o projeto poderá trabalhar com os dois escopos de atuação: em pequenos grupos ou individualmente. 


    Acesso ao mercado


    Em uma oficina foram abordadas informações sobre gestão sustentável da comunicação, assim como apresentado o plano de comunicação do segmento de ecoturismo e turismo de  aventura para subsidiar uma análise das ferramentas e do processo de comunicação adotado atualmente.

    Inicia-se a abordagem do tema acesso a mercado, com informações sobre a cadeia de distribuição e ênfase especial no uso de redes sociais, para promover e comercializar os produtos. 

    Discussões sobre marketing integrado, produto roteirizado, melhoria da imagem do parque junto à comunidade, plano de comunicação e, principalmente, associativismo. Sempre estimulando uma nova maneira da cadeia se relacionar com o parque.

    O turismo resulta da combinação de diversas atividades econômicas que se relacionam e interagem em uma rede de negócios,  formando a cadeia produtiva: são agências de turismo, guias de turismo, transportadoras turísticas, meios de hospedagem, serviços de alimentos e bebidas, organizadoras de eventos, centros de convenções, entre outros atores econômicos.