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quarta-feira, 20 de julho de 2011

terça-feira, 19 de julho de 2011

Atendimentos SOS Região Serrana SEBRAE - parte 2

 Atendimento realizado pela Tudo Marketing Estratégico.


Nossa empresa trabalha com venda e locação de imóveis, muitos negócios deixaram de ser fechados pela insegurança do cliente com relação à cidade.  Ao comprar uma casa ou locar, o cliente quer saber detalhes sobre o terreno, o bairro e condições do imóvel. Essa barreira precisava ser derrubada. Então, busquei ajuda junto ao SEBRAE e eles nos encaminharam a uma Consultoria de Marketing que trouxe informações sobre o mercado, identificou qual mídia deveríamos usar para desmistificar esta barreira da dúvida. O trabalho sugerido através do Plano de Marketing  foi realizado e obtivemos sucesso imediato. Acertamos no alvo com ajuda do SEBRAE.


Filippe Aleixo Nobre de Araújo - Nobre Administradora e Corretora



 

O que vendemos não é essencial, por isso fomos colocados no final da lista de prioridades de nossos clientes.  Depois daquela confusão toda na cidade, quem iria querer ver filmes? A loja vazia e sem movimento nos assustou, porque temos contas a pagar.
Fui ao SEBRAE, na tenda na Praça de Santa Teresa, e lá eles me ouviram e nos enviaram um consultor. Ele fez um levantamento de informações, aliás, muitas informações e teve até pesquisa com os clientes. Em seguida ele nos trouxe um diagnóstico que retratava o que precisávamos fazer para reverter à situação.
Todo mundo sabe que não tínhamos muito dinheiro para investir em Marketing. Mas as soluções propostas eram super viáveis e já estou começando a ter resultados. Pensei que marketing era um bicho de sete cabeças, mas não é não. Hoje tenho um cronograma de ações que sigo a risca.
Olha, sou grata pela ajuda a Green Road e a cidade também. Essa ajuda do SEBRAE veio na hora certa. Obrigada.

Hulania Viana – Green Road Vídeo Locadora

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Bom-humor nos negócios


Muito antes de Steve Jobs lançar ao mundo o iPod, Andreas Pavel dedicou seus dias a desenvolver um aparelho capaz de levar sons a qualquer lugar. Apaixonado por música, o alemão, que veio para o Brasil com seis anos de idade, viu-se diante de um problema ao receber o convite de uma namorada para viajar à Europa. “Como aguentaria ficar tantos dias sem ouvir nem sequer uma cançãozinha?”, pensou. Foi assim que nasceu o walkman.

Na última semana, o inventor do aparelho ministrou uma palestra durante o I Fórum Sul-Brasileiro de Investimentos, que aconteceu em Curitiba, no Paraná. Para uma plateia composta por 50 investidores e representantes de 21 empresas da região Sul do país, Pavel destacou os valores que guiaram seu trabalho, e suas invenções, ao longo dos anos. Em seu discurso, o europeu reconheceu a estreita relação entre o bom-humor e os bons negócios.

“O humor está ligado à verdade. Um ser bem-humorado é aquele que lida com a realidade dos fatos de uma forma diferente, mais amena, quase como uma brincadeira. O bom-humor permite reconhecer erros sem sofrimento ou vergonha. O cara bem-humorado está mais preparado para recomeçar, para fazer ótimos negócios e conquistar bons clientes”, disse. 

A palestra de Pavel foi encerrada com uma dica aos empreendedores: “Se você está pensando em abrir uma loja ou uma rede ou criar uma marca, aposte na felicidade. Ser feliz é uma necessidade do ser humano, e tudo o que é necessário vende muito.”


Fonte: Bom-humor nos negócios / Escrito por Juliana Bacci em 14.07.2011
http://www.papodeempreendedor.com.br/oportunidades/bom-humor-nos-negocios/

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Atendimentos SOS Região Serrana SEBRAE

Depoimentos de empresas atendidas pela consultoria da Tudo Marketing Estratégico:



O SEBRAE veio com o apoio na hora certa. Nós não fomos afetados em perda de produtos, mas na perda de vendas. No primeiro momento ficamos meio perdidos, sem saber qual ação tomar para atrair o cliente. Na Tenda de Atendimento Emergencial, a equipe do SEBRAE nos indicou uma consultoria em Marketing, que rapidamente nos atendeu.
Pensamos que seria um trabalho “Água com Açúcar”, mas a consultoria fez um diagnóstico, com pesquisa de campo, estudo da concorrência e análise de mercado. Daí, começamos o trabalho sob o Plano de Marketing que mudou em menos de um mês a nossa realidade.
Em um momento de tanta tristeza, recebemos um presente que nos retornou o ânimo de continuar.

Sérgio Cesari – Supri Service




Tive que fechar a minha loja por vários dias. Perdi clientes, recebimentos e fiquei devendo na praça. Coisa que nunca me aconteceu. Fui ao Balcão SEBRAE e fui orientado quanto à negociação com os meus credores, financiamentos e em seguida recebi uma visita de um consultor. O SEBRAE me ajudou não só na promoção dos meus negócios, como na disposição do layout da loja, preços, atendimento ao cliente e posicionamento da minha marca no mercado. Estou a dois meses seguindo as orientações do Plano de Marketing da Consultoria SOS houve realmente resultado e efeito.

Leandro Passos – Terê Calçados

terça-feira, 12 de julho de 2011

Cresce o foco nos estabelecimentos de padrão econômico.

Em 2011, devem ser erguidos 38 hotéis no país — 17 econômicos, 17 quatro estrelas, três de luxo e um resort

Revista PEGN 


Fonte: Ana Maria Biselli, diretora executiva do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) 

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Empresas David versus Empresas Golias

Como ter sucesso no lançamento?


Mais cedo ou mais tarde, qualquer empresa que queira crescer terá que enfrentar um dos grandes desafios do mundo empresarial, principalmente quando já existem concorrentes estabelecidos no mercado: lançar um novo produto ou serviço.

Poucas empresas sabem exatamente como calcular a probabilidade de sucesso de um novo lançamento, por isso até hoje o assunto tem sido mais arte do que ciência, dominado pelo que podemos chamar de “Teorema de Chutágoras” – ninguém tem a mínima ideia de quanto exatamente vai vender o novo produto ou serviço. Aliás, raramente se sabe se ele sobreviverá, se terá sucesso e dará lucro. Lança-se e torce-se para que dê tudo certo. Às vezes dá, às vezes não dá, e depois que o barco afundou, todo mundo sabe porquê. O grande desafio, então, é evitar que ocorra novamente – poucas empresas hoje têm os recursos, o tempo e a energia necessários para desperdiçar em lançamentos mal-sucedidos. Precisamos de sucessos lucrativos, e rápido!

Os mais recentes trabalhos de diversos consultores dedicados à inovação, incluindo Adrian Slywotzky (autor de “Crescendo em Mercados Estagnados” – Ed. Campus) e Chris Zook (“Além das Fronteiras do Core Business” – Ed. Campus), porém, têm mostrado um caminho cada vez mais claro em termos de estratégias competitivas de crescimento, principalmente baseando-se em núcleos de competência (o famoso core competence, termo cunhado inicialmente por Gary Hamel e C.K. Prahalad). O mais promissor desses estudos de inovação, e na minha opinião pessoal também o mais interessante, é o do Clayton Christensen, autor de “O Crescimento pela Inovação” (Ed. Campus). Christensen tem algumas definições muito interessantes e simples que podem nos ajudar a entender a lógica por trás da inovação e, no processo, aprimorar a qualidade e taxa de sucesso de novos lançamentos nas empresas:

a) Quando um cliente compra um produto ou serviço, na verdade ele está “contratando” este produto ou serviço para resolver um problema. O caminho do sucesso para as empresas é facilitar a resolução desse problema que o cliente já está tentando resolver. Em outras palavras, um produto ou serviço que realiza um melhor trabalho e satisfaz mais as necessidades do cliente ao ser “contratado” obviamente terá mais probabilidades de sucesso.

b) Todo produto ou serviço tem motivadores de compra (preço baixo e benefícios) e barreiras de aquisição (dificuldades de aquisição e uso).

c) Para ter 100% de sucesso garantido um novo produto ou serviço deve:

c.1) Aumentar a motivação de compra – tem que ser mais acessível (preço mais baixo) e tem que ter melhores características (mais benefícios).

c.2) Eliminar barreiras de aquisição – Não deve ter custos de adoção, troca ou adaptação (facilidade de uso) e deve ser fácil de encontrar (facilidade de aquisição).

É fácil ver porque um produto ou serviço nestas condições fará sucesso, pois tem apenas benefícios e nenhuma barreira. Quanto mais um lançamento conseguir ter sucesso nestes quatro quesitos, maiores suas probabilidades de vencer no mercado. E, se a empresa conseguir fazer isso com uma margem razoável de lucro, então com certeza terá um vencedor em mãos. Veja que não são necessários os quatro quesitos mas, quanto mais puder se aproximar disso, maiores as probabilidades de sucesso.

Outro conceito muito interessante de Christensen é o que ele chama de “não consumidores”. Se você pegar o potencial de consumo de um produto ou serviço da

sua empresa, verá que apenas uma parcela do universo total é seu cliente. A grande pergunta é: por que? Por que tanta gente não compra de você? A resposta é clara e evidente e acabamos de vê-la:

a) porque não existem motivadores suficientes para comprar de você (custo/benefício)

b) porque existem barreiras de aquisição (dificuldades de comprar e dificuldades de adotar, trocar ou adaptar do fornecedor atual).

Ao enfrentar estas condições mercadológicas de forma estratégica, uma empresa poderá aumentar muito mais suas vendas do que simplesmente imitando concorrentes ou criando campanhas de incentivos para sua força de vendas. Se realmente quiser melhorar seus resultados, está na hora de usar mais o cérebro para lançar produtos e serviços realmente inovadores que ajudem seus clientes a resolver problemas, de forma simples, barata e rápida. Este é o segredo do sucesso estratégico em vendas.

Dicas do Raúl para lançamento de novos produtos ou serviços:

Antes de lançar um produto ou serviço:

1) Deixe bem claro qual é o problema que ele vai resolver.

2) Tente que ele seja mais barato do que o do concorrente.

3) Tente fazer com que crie mais benefícios.

4) Tente diminuir os incômodos de troca, adoção ou adaptação.

5) Tente fazer com que seja muito mais fácil de adquirir do que o do concorrente.

Fonte: CANDELORO, Raúl. Como ter sucesso no lançamento? Disponível em: . Acesso em: 26 ago. 2008.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O Coração Compra


Quero apresentar a vocês um conceito que ninguém vêm observando no marketing e, com o crescente avanço das técnicas de marketing de relacionamento, pode se tornar um fator determinante de sucesso. Muito tem se falado sobre fidelização de clientes e muitas ferramentas têm sido desenvolvidas para melhorar o relacionamento com eles, mas, fundamentalmente, temos que nos ater a este conceito se quisermos que a fidelização do mesmo seja consolidada.

Conhecemos o mind share – parcela de memória – que é o quanto o poder de uma marca está cravada na cabeça de cada um dos possíveis clientes, ou clientes, de uma empresa. Este mind share deve ser conseguido com os investimentos necessários em propaganda para que a maioria dos potenciais compradores não apenas nos conheçam, mas tenham uma idéia bem definida de nossa empresa e nosso propósito. É muito comum, no mercado industrial principalmente, fazer propaganda para vender. Isto é complicado, na medida que a volatilidade da memória humana é muito alta e, gravar no cérebro das pessoas nossa proposta é muito difícil quando não conseguimos vender a ele um benefício concreto.

Além disso, quando você anuncia Facas para cortar pão em um mercado que existem muitos outros fabricantes que fazem o mesmo, você é mais um e, se a pessoa não tem necessidade de comprar uma faca para cortar pão no momento, não se lembrará no futuro quando esta necessidade aparecer. Mas se você anuncia As únicas facas para cortar pão que não deixam farelo o benefício fica claro e as diferenças começam a aparecer. Como você tem este diferencial – e, claro, ele seja um benefício que o comprador valorize –, você não começa negociando por baixo, ou seja, pelo preço, pois este diferencial começa a oferecer uma vantagem competitiva sobre os seus concorrentes.

Uma vez que você vende inúmeras facas para cortar pão, aparece aí o segundo conceito de marketing que queremos mostrar: O Marketing Share. Este é traduzido pela sua real participação de mercado conseguida, ou seja, de cada 100 facas de cortar pão vendidas, 25 são suas. Então você tem 25 % de marketing share. Para atingir esta participação, não adianta apenas anunciar. É preciso disponibilizar, da melhor forma possível, sua faca para seu cliente. Isto que dizer canais de distribuição, ou equipe de vendas bem azeitadas de forma a conseguir fechar a venda que foi iniciada pela propaganda.

Agora sim, vamos ao terceiro conceito. o hearth share que poderíamos traduzir como parcela do coração. Depois que as pessoas compram sua faca de cortar pão, elas irão experimentar esta maravilha e se surpreender ou se decepcionar. No primeiro caso, o da experiência positiva, cria-se um elo de simpatia entre a empresa e o comprador que, a cada utilização do produto se reforçará. Até que um dia ele, por algum motivo, precise de uma assistência técnica. É hora de uma nova experiência que pode ser boa ou ruim. E novamente o cliente se surpreende ou se decepciona. E a cada contato com sua empresa, o comprador vai colecionando figurinhas boas e ruins e formando um album de opiniões que, no final, irão criar, ou fortalecer, ou sedimentar laços afetivos com seu produto, marca ou empresa. E aí, não importa o tipo de produto envolvido na transação. Todos obedecem a mesma seqüência, em maior ou menor grau.

Por isso, fazer marketing de relacionamento, não significa apenas mandar cartão de aniversário ou de natal e, tampouco, saber para que time o cliente torce ou seu perfume preferido.

Significa estabelecer relações profundas com o cliente em todos os graus, mesmo aqueles que você não pode controlar, como quando o cliente está usando o produto. Se sua empresa está em busca disso, ótimo, mas se não está trate de pensar nisto urgente.

Fonte: COLDIBELLI, Sidney. O coração compra. Disponível em: . Acesso em: 09 mai. 2005.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Visita ao PROJAC


No dia 09 de junho de 2011 a Tudo! levou clientes para conhecer o PROJAC (abreviatura de Projeto Jacarepaguá, como é conhecida a Central Globo de Produção). Este é o centro de produção da Rede Globo, localizado em Curicica, no Rio de Janeiro. Inaugurado em 1995, é considerado o maior núcleo televisivo da América Latina, com área total de 3,99 milhões de metros quadrados.

Os antigos estúdios da Rede Globo, abertos em 1965, ficaram pequenos para as produções da emissora. Em 1980, constatou-se que as instalações da emissora tornariam-se impróprias em pouco tempo. Foi projetado então o Projac (na época, chamado de Projeto Jacarepaguá), para abrigar os estúdios, administração, produção, direção; e sair do Jardim Botânico. A grandiosidade do Projac, entre a concepção e a inauguração, constitui-se em uma empreitada de gerações, levando quase quinze anos para ficar pronto. No longo intervalo entre a saída da Globo de seus antigos estúdios e a entrada definitiva no Projac, a emissora alugou outros espaços, como a Atlântida Cinematográfica, os estúdios Tycoon, de Cyll Farney, e os estúdios da Herbert Richers.

Atualmente, o Projac abriga dez estúdios de gravação ordenados de A a J, cidades cenográficas, fábrica de cenários e a casa do Big Brother Brasil. É como uma pequena cidade, com três lanchonetes, um restaurante, bancos.

Em 2011, o diretor de arte da Globo, Mário Monteiro anunciou: "Hoje, impressionamos os estrangeiros com a nossa qualidade. Para ultrapassarmos Hollywood só falta termos mais tempo para produção. Estamos perseguindo isso”, e tivemos a certeza da ampliação dos estúdios globais. O projeto é a ampliação em mais quatro estúdios, que ocupariam 300 mil m², fazendo com que a área do Projac passe de 1,6 milhões de m² para 1,9 milhões de m², aproximando-se de 2 milhões de m². Ainda o diretor executivo de competência da Globo, Edson Pimentel, disse: “Não pensamos só em produtividade, somos uma indústria de sonhos. Trabalhamos com paixão”.

São dez estúdios de gravação, que ganharam letras de A a J. Seis deles têm mil metros quadrados cada um, e os outros quatro, 560 metros quadrados. Nos estúdios maiores são gravadas todas as novelas e os programas de auditório. À esquerda do complexo, estão os dois estúdios que são palco do Domingão do Faustão (Estúdio F), do Caldeirão do Huck e de programas afins. Ao lado deles, ficam os quatro estúdios das novelas. Mais à direita, encontram-se os estúdios menores, usados para seriados.

As cidades cenográficas ocupam uma área de 160 mil metros quadrados. Um amplo galpão abriga a fábrica de cenários. Lá confeccionam-se fachadas e interiores, desmontáveis, que estarão em cena. Há uma sala dedicada à pintura de painéis e objetos. O Palácio da Cenografia é vizinho da fábrica. Ali ficam os cenógrafos, cercados de desenhos e imagens de suas criações. Bem em frente, acha-se o restaurante maior. A praça de alimentação tem três lanchonetes e um restaurante. É comum ver famosos ali nos intervalos das gravações.

Agradecimentos ao grande parceiro Marcelo Oliveira - INTERTV e a
simpaticíssima Luciana Lourenço - Central Globo de Comunicação.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Objetivos em Ação


Hoje vamos falar sobre Objetivos em Ação.

Organizados os pensamentos, e já sabedores o que queremos, temos que partir para a ação. É como um sonho de uma viagem muito desejada. Nós imaginamos, sonhamos, planejamos e agora chegou a hora de sair ao destino.

Um exemplo: O nosso objetivo é viajar em férias para Guarapari-ES, já sabemos a melhor época para ir, as estradas que vamos percorrer, o hotel que vamos ficar e os roteiros que queremos visitar. Muito bem... objetivamos. Então vem a meta. “Quero aproveitar 100% dos roteiros em 15 dias.” É possível? Sim é possível. Desde que não haja nenhum contra-tempo no que planejamos.

Então vamos transportar para a realidade da sua empresa: 
Os objetivos são os resultados que a organização pretende realizar. Deve-se identificar aonde a empresa quer chegar. Traçar objetivos pode fazer a diferença em sua vida, mas é preciso definir um plano real e profundamente verdadeiro, que funcione para você.

Seu objetivo é específico?
Pense em seu objetivo como um destino específico e decida qual a rota para alcançá-lo. Só desta forma poderá descobrir facilmente se pegou um caminho errado.

Seu objetivo é mensurável?
Sem saber qual o placar, você pode perder o incentivo. Pense em um jogo de futebol. O mesmo esquema que leva o time em busca dos gols vale quando você batalha pelos seus objetivos. Se precisar mude as estratégias e ponha seu jogador principal no banco para descansar (isto é, você mesmo). Só assim você vai poder recarregar as baterias.

Qual o prazo que você se deu?
Seus objetivos precisam de prazos, para que nunca sejam menos importantes do que a conta de luz. Mantenha a motivação em alta criando uma recompensa ou um castigo para que você se sinta motivado a realizar as coisas sempre nos prazos definidos.

O Objetivo descreve o que você quer, a Meta apresenta os marcos pelos quais você terá de passar para que seus objetivos se materializem. Objetivo é o que você quer, meta é o que você está disposto (e precisa) a fazer para chegar até seu objetivo. Defina bem seu objetivo e o trabalho de descrever as metas ficará muito mais fácil.

Para efetuar uma verdadeira mudança positiva em suas experiências, você precisa vê-las como deseja que sejam ao invés de vê-las como são. Quando concentramos atenção em qualquer coisa – desejada ou não, você inclui uma vibração, um desejo, um foco.

Então, realização de objetivos está na seguinte equação:

Objetivo + Meta + Foco = Realização
As realizações são resultados desta soma de fatores que poderão ser positivos, negativos ou podem encontrar um ponto de equilíbrio.

Geralmente, quando alocamos os recursos adequados em nosso planejamento os objetivos são alcançados, as metas superadas e a sintonia é fina. O diferencial surge na qualidade das realizações, e na velocidade das ações devido ao fator foco.

Para reforçar: Objetivo + Meta + Foco = Realização.

Mas se nada deu certo, decepções são ótimas experiências para rever o processo. Os objetivos correspondem com a missão da empresa? As metas estão compatíveis com a Visão de futuro da sua instituição?

Vamos voltar ao exemplo da viagem: Vamos para Guarapari/ES, certo? De Carro, de moto, de ônibus, de bicicleta ou a pé. Nossos objetivos e metas têm que ser compatíveis as realidades do Como Faremos? Quais são nossos recursos? Lembra do nosso último programa? O quê; Por quê; Como; Quem; Quando e Onde.

Os processos específicos para atingir qualquer objetivo, são apenas meios. O mais importante é você! Desejar não basta, é necessário a sua vontade, força motriz para que as coisas aconteçam.

Coluna Start 03 - Flavio Gueiros