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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Oficina de Aprimoramento de
Produto e Acesso ao Mercado


O SEBRAE, através da Tudo Marketing Estratégico, conduziu a Oficina de Aprimoramento de Produto e Acesso ao Mercado, no último dia 21 de Novembro de 2011 - na APA - Petrópolis. A Oficina de trabalho têm características similares aos seminários, sendo o encontro de pessoas com interesses comuns onde o palestrante coloca sua experiência e trabalho, com a realização de atividades práticas sobre o tema desenvolvido. No turismo, frequentemente são utilizados para contatos entre prestadores de serviços (fornecedores) e contratantes, em uma formatação semelhante a uma junção entre feira e rodada de negócios.


O Projeto de Fomento ao Turismo em Parques Nacionais e Entorno objetiva o desenvolvimento de ações de integração dos Parques Nacionais com a cadeia produtiva do turismo do entorno dos mesmos, e a qualificação e estruturação desta para o desenvolvimento e fortalecimento da atividade turística nos destinos priorizados.


O projeto FOMENTO DO TURISMO NOS PARQUES NACIONAIS E ENTORNO – PARNASO tem as seguintes diretrizes estratégicas:
  • Integrar o parque e a cadeia produtiva do turismo, visando o desenvolvimento de ações cooperadas e a valorização da unidade de conservação;
  • Aprimorar os produtos para que eles incorporem os valores e a identidade do Parque;
  • Estimular o acesso a mercado, com ações de marketing cooperado;
  • Aumentar a competitividade do destino.
Também foram apresentados os diagnósticos de quinze empresas participantes. Serviço de apoio aos gestores ou proprietários de empresas, para auxiliar nas tomadas de decisões estratégicas,  com grande impacto sobre os resultados atuais e futuros. Constitui normalmente reflexo da atividade profissional de diagnóstico e  formulação de soluções acerca de um assunto ou especialidade. 



As assistências técnicas foram oferecidas a grupo de empresários ou individualmente.O foco é que os produtos incorporem os valores do parque, ou seja, que a identidade dos produtos seja  refletida nos produtos e serviços do destino.  

Neste momento, em função das necessidades  identificadas nas fases anteriores, no interesse demonstrado pelo destino e nos recursos disponíveis para esta fase, o projeto poderá trabalhar com os dois escopos de atuação: em pequenos grupos ou individualmente. 


Acesso ao mercado


Em uma oficina foram abordadas informações sobre gestão sustentável da comunicação, assim como apresentado o plano de comunicação do segmento de ecoturismo e turismo de  aventura para subsidiar uma análise das ferramentas e do processo de comunicação adotado atualmente.

Inicia-se a abordagem do tema acesso a mercado, com informações sobre a cadeia de distribuição e ênfase especial no uso de redes sociais, para promover e comercializar os produtos. 

Discussões sobre marketing integrado, produto roteirizado, melhoria da imagem do parque junto à comunidade, plano de comunicação e, principalmente, associativismo. Sempre estimulando uma nova maneira da cadeia se relacionar com o parque.

O turismo resulta da combinação de diversas atividades econômicas que se relacionam e interagem em uma rede de negócios,  formando a cadeia produtiva: são agências de turismo, guias de turismo, transportadoras turísticas, meios de hospedagem, serviços de alimentos e bebidas, organizadoras de eventos, centros de convenções, entre outros atores econômicos.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Cartilha para o Comércio



Com o objetivo de ajudar os empreendedores a se adequar à primeira norma brasileira voltada especificamente para o comércio, o Sebrae e a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) estão lançando uma cartilha sobre o segmento, que representa 52% do total de micro e pequenas empresas brasileiras. Com pequenas empresas brasileiras. Com linguagem acessível, a publicação ensina o empreendedor a adaptar seu negócio à Norma 15.842 da ABNT, que entrou em vigor em julho de 2010. O material está disponível nas unidades estaduais do Sebrae e também pode ser acessado pela página: www.sebrae.com.br/setor/comercio-varejista.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

domingo, 30 de outubro de 2011

Quais as principais fontes de crédito para pequenas empresas?





Quais as principais fontes de crédito para pequenas empresas?
Respondido por Dariane Reis Fraga Castanheira, especialista em crédito ao site Exame.

Com o objetivo de aumentar a competitividade da empresa, o gestor, após definir as estratégias de ação da empresa e elaborar o seu planejamento financeiro para os próximos anos, deverá buscar boas fontes de financiamento para colocar o seu plano em prática.

Essa tarefa é relativamente simples quando se trata de empresas de grande porte. No caso das pequenas empresas, esta questão se torna um grande desafio, e, dependendo da escolha do gestor, poderá levar a empresa a dificuldades financeiras.

O ideal é optar por fontes com taxas de juros mais baratas, cujos valores e prazos de pagamentos sejam adequados ao fluxo de caixa da empresa. As linhas de crédito oferecidas por instituições governamentais, muitas delas operacionalizadas pelos bancos comerciais, estão neste perfil.

O BNDES, por exemplo, oferece diversas linhas de crédito para as pequenas empresas. Entre as principais, estão linhas de crédito para investimentos em implantação, ampliação e modernização, para aquisição e modernização de máquinas e equipamentos nacionais ou para compra de bens de produção. Capital de giro, microcrédito e financiamento para produtores rurais e exportadores são disponibilizados pelo banco.

Quem vive em São Paulo tem a opção da Nossa Caixa Desenvolvimento, a agência de fomento estadual. Eles oferecem crédito para projetos de investimento, compra de máquinas e equipamentos, capital de giro e franquias.

Para empresas com foco em ciência, tecnologia e inovação, a Financiadora de Estudo e Projetos (Finep) é uma alternativa aos bancos comerciais. A instituição oferece apoio financeiro a instituições públicas ou organizações privadas sem fins lucrativos e crédito para projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

Além dessas instituições, os empreendedores podem consultar outras opções no Manual de Instrumentos da PDP (Política de Desenvolvimento Produtivo), elaborado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia da FIESP (DECOMTEC).

É importante que os interessados pesquisem para conhecer melhor as instituições e os detalhes de cada uma das fontes de financiamento. Isso ajuda a identificar a opção que melhor atende as necessidades da empresa.


Dariane Reis Fraga Castanheira é mestre em administração,
especialista em planejamento e controle financeiro e professora do PROCED/FIA.
Envie suas dúvidas sobre crédito para examecanalpme@abril.com.br

Fonte: <http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/quais-as-principais-fontes-de-credito-para-pequenas-empresas>

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Fórum de Produção Acadêmica - UNIFESO


O VIII Fórum de Produção Acadêmica do Centro de Ciências Humanas e Sociais terá como tema "Cidades Sustentáveis". Este tema surgiu a partir de reflexões acerca da calamidade que acometeu a Região Serrana do estado do Rio de Janeiro em Janeiro deste ano. Em Teresópolis, particularmente no ano de 2011, está sendo realizada a revisão do Plano Diretor de Desenvolvimento Sustentável.



Na oportunidade, o consultor do SEBRAE Flavio Gueiros foi preletor da divulgação do Projeto de Fomento do Turismo no PARNASO (Parque Nacional da Serra dos Órgãos) e seu Entorno‏. A mobilização foi desenhada considerando  algumas  premissas metodológicas,  que  são consideradas condições essenciais para a sua  implementação e procuram assegurar uma abordagem coerente para as intervenções nos destinos.

O Objetivo do projeto é compartilhar e discutir os  resultados da Pesquisa de Avaliação da Cadeia Produtiva e do Diagnóstico de Produtos Turísticos, e ainda adequar  o plano  de trabalho do destino à sua realidade a partir das recomendações sugestões dos atores locais. Tendo com resultado final um Produto Turístico Sustentável.

Ação é desenvolvida pelo ICMbio, ABETA, TurisRio, SEBRAE e Ministério do Turismo. Apoio local: Sincomércio, ACIAT e TCVB.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

ACIAT e TUDO assinam contrato.




Associação Comercial Industrial e Agrícola de Teresópolis, na pessoa de seu presidente Henrique Carregal assina com a Tudo Marketing Estratégico para consultoria em processos gerenciais, rotinas administrativas, capacitação e qualificação profissional de sua equipe.

É um grande prazer atender a maior instituição de apoio ao desenvolvimento econômico da cidade de Teresópolis. Sejam Bem-Vindos e vamos ao trabalho...

Obrigado

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Cinco dicas para transformar a sua ideia em realidade.




Nem sempre grandes ideias dão origem a grandes negócios. Mas, com certeza, você nunca vai saber disso se não pesquisar bastante ou se não colocar esses projetos em prática. O site da revista Inc. reuniu dicas para você dar vida a uma grande idea. São bem práticas e simples e o ajudarão a sair do empreendedorismo meramente platônico. Confiram:

1) Não pense demais
Pode ser um pouco contraditório, mas não gaste muito tempo falando e falando sobre sua ideia para um produto ou serviço. Crie, ouça opiniões, estude o mercado e faça tudo isso rápido. Não fique sentado adiando o momento de lançar sua ideia.

2) Não tenha medo de compartilhar
Peça o máximo de opiniões sobre seu projeto. Muitas vezes, as pessoas não pedem feedback temendo que suas ideias não sejam realmente muito boas. Mas seja criterioso sobre seu interlocutor e sempre busque ajuda especializada.

3) Não tente agradar todo mundo
Quando você pede a opinião de várias pessoas, elas podem ser dissonantes. Portanto, tome as decisões que realmente vão ser melhor para sua ideia, e não para ser para ganhar a faixa de Miss Simpatia.

4) Não tente fazer mais do que você pode
Se precisar mostrar um conceito mais bruto da sua ideia para clientes e investidores, como um protótipo, não tente fazer algo complicado e cheio de aplicações que não funcionarão na hora. Tente realmente mostrar em que estágio você está – e faça com que ele funcione direitinho e não o faça passar vergonha.

5) Saiba quando mudar de rumo
Ao avaliar a sua ideia constantemente – nas fases de projeto, protótipo, lançamento etc. –, você tem mais chances de descobrir quando ela realmente não vai dar certo. Se isso acontecer, faça as mudanças necessárias para que ela se torne realidade ou simplesmente desista e passe para outra. Quem percebe isso tem mais chance de sucesso.

Fonte:<http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/cinco-dicas-para-transformar-a-sua-ideia-em-realidade/>