quinta-feira, 22 de março de 2012
Coluna Start - Vender é Fácil?
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quarta-feira, 14 de março de 2012
Participantes terão banco publicitário gratuito na Rio+20
O objetivo é mobilizar estudantes e profissionais de comunicação e agências de publicidade para a criação de peças que divulguem práticas sustentáveis.
Alana Gandra - AGÊNCIA BRASIL
Rio de Janeiro - As empresas, prefeituras e organizações não governamentais que estarão participando da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio 20, contarão com um banco gratuito de campanhas de sustentabilidade. Esse banco de peças publicitárias será colocado à disposição dos interessados, para utilização gratuita, pela Associação Brasileira de Agências de Propaganda (Abap). A Rio 20 ocorrerá no Rio de Janeiro, entre os dias 20 e 22 de junho próximo.
Com o objetivo de formar o banco de peças de sustentabilidade, a Abap promoverá, a partir de abril, um concurso voluntário destinado a agências, estudantes e profissionais autônomos do setor.
"A gente está fazendo essa ação, agindo e inspirando, porque nossa intenção é disseminar o conceito da sustentabilidade durante a Rio 20", disse à Agência Brasil o presidente nacional da Abap, Luiz Lara. A ideia, explicou, é mobilizar estudantes e profissionais de comunicação e agências de publicidade nacionais para a criação de peças que divulguem práticas e atitudes sustentáveis.
Até o fim deste mês, deverá estar pronto o site onde poderão ser feitas as inscrições dos voluntários, informou o assessor da Abap nacional, Marcelo Diniz. As inscrições serão encerradas no dia 30 de maio. "A gente pede que as peças voluntárias que serão criadas observem os indicadores de sustentabilidade da propaganda brasileira". Esses indicadores foram lançados no ano passado pela Abap, em parceria com a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).
Diniz disse que não há como estabelecer metas para o concurso, porque a iniciativa é uma coisa nova. "Nós não temos experiência". Tomando por base, porém, os festivais de propaganda nacionais, que recebem mais de 1.000 inscrições pagas por edição, no caso da Rio 20, cujas inscrições são gratuitas, a expectativa é ter pelo menos 1.000 inscrições de agências. Em relação às cerca de 700 escolas de comunicação existentes no país, Marcelo Diniz estimou que se cada uma enviar seis peças de propaganda para o concurso, já serão 4,2 mil peças.
No dia 11 de junho, a Abap colocará as peças do concurso de sustentabilidade em exposição na casa de eventos Vivo Rio, no Aterro do Flamengo. Elas ficarão à disposição no site da Abap (www.abap.org.br) durante um ano. Nesse período, as ONGs, governos e empresas privadas poderão usar a peça de sua preferência gratuitamente.
O acordo para a promoção da conferência da ONU foi firmado entre a Abap e o Comitê Nacional de Organização da Rio 20. As campanhas e materiais publicitários estão sendo criados de forma voluntária e sem custos.
Luiz Lara anunciou a realização em maio próximo, em São Paulo, do 5º Congresso Brasileiro da Indústria da Comunicação. Cerca de 2 mil profissionais de comunicação de todo o país participarão do encontro. O evento é pioneiro porque reunirá, pela primeira vez, as 35 entidades do Fórum da Indústria da Comunicação para discutir grandes temas da área. O congresso será aberto no dia 28 de maio, com palestra do Prêmio Nobel da Paz de 1984, o arcebispo sul-africano Desmond Tutu, sobre comunicação, liberdade e paz.
O setor da comunicação já representa 2% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, lembrou Lara. "É uma indústria de ponta da economia criativa, que gera muitas riquezas, empregos e impostos", acrescentou.
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor de comunicação brasileiro é formado por 113 mil empresas que empregam 711 mil pessoas. No ano passado, o setor pagou R$ 11,8 bilhões em salários e obrigações.
Fonte: Exame <http://exame2.com.br/chrome/>
quinta-feira, 8 de março de 2012
Planos de Inovação - Parque Nacional
A soma das riquezas produzidas pelo setor de turismo, no ano passado, superou os R$ 1,4 bilhões, sob a ótica da oferta. Serviços de alimentação e transporte aéreo estão entre os segmentos de maior peso na soma. O cálculo foi feito com base no índice de 3,6% de participação do setor na economia brasileira, estimativa definida em estudos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Secretário executivo do Ministério do Turismo, Valdir Simão, afirmou, ontem (07/03), que políticas de governo e iniciativa privada trabalharão por um crescimento vigoroso do PIB - Produto Interno Bruto turístico nesta década.
Desta forma, o Projeto de Fomento do Turismo no PARNASO e seu Entorno anda a passos largos. Pois está estabelendo nesta etapa Planos de Inovação Turística para cada participante. Os produtos (permanentes e sazonais) visam oportunizar as atividades inovadoras das empresas, canalizando as características inovadoras das pessoas, assim como os fatores de gestão, processos e tecnológicos que podem influenciar a inovação, para o aumento de produtividade (interna) e de competitividade (externa). As inovações se constituem na melhor forma de aumentar a lucratividade significativamente.E ainda farão parte de um grupo de ofertas turísticas de unidades de conservação de proteção integral, e destinam-se à preservação integral de áreas naturais com características de grande relevância sob os aspectos ecológico, beleza cênica, científico, cultural, educativo e recreativo, vedadas as modificações ambientais e a interferência humana direta.
O Projeto de Fomento ao Turismo em Parques Nacionais e Entorno envolve a realização de ações inovadoras para integração, qualificação e ativação dos elos da cadeia produtiva do turismo, tendo como eixo indutor o desenvolvimento e a integração dos Parques Nacionais com os elos da cadeia. O público alvo do projeto inclui todos os atores do turismo do entorno dos Parques Nacionais, sendo relevante o envolvimento de empresários, gestores, guias e condutores, bem como do chefe do Parque e da sua equipe de gestão.
A Iniciativa é resultado da parceria firmada entre Ministério do Turismo, SEBRAE Nacional, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBIO, Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura – ABETA e os SEBRAE Estaduais.
A Publicidade
sábado, 3 de março de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Inovação no Turismo - Parque Nacional
Etapa Petrópolis
"Toda organização precisa de uma competência essencial: Inovação” Peter Drucker
Neste processo a Inovação de produto e serviço tem sido o diferencial para o projeto da Cadeia de Valor do Parque Nacional da Serra dos Órgãos. A inovação é fundamental, pois através dela as organizações tornam-se capazes de gerar riqueza contínua e, assim manterem-se ou tornarem-se competitivas nos seus mercados.
“Contudo, na maioria dos casos, as empresas usam os concorrentes como base de referência para as suas próprias iniciativas de inovação. Com isso, as estratégias competitivas tendem a ser muito parecidas dentro de um mesmo mercado e apenas a empresa que se afasta do grupo competitivo de empresas, consegue cumprir seu papel de aumento de competitividade e conseqüente geração de riqueza.”
Inovação do produto é a introdução no mercado de novos ou significativamente melhorados, produtos ou serviços. Inclui alterações significativas nas suas especificações técnicas, componentes, materiais, software incorporado, interface com o utilizador ou outras características funcionais.
“Uma empresa diferencia-se da concorrência se puder ser singular
em alguma coisa valiosa para os compradores”
Michael Porter
“Também é possível inovar através do marketing, da promoção inovadora do produto, buscando mudar hábitos e valores de consumo, apresentando um produto tradicional de uma forma mais prática e atraente, mais adequada ao estilo de vida do público-alvo que se quer atingir, ampliando a sensação de satisfação dos desejos e necessidades do consumidor final.” SEBRAE - Nacional
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Turismo - Parque Nacional da Serra dos Órgãos
O Projeto de Fomento ao Turismo em Parques Nacionais e Entorno tem por objetivo o desenvolvimento de ações de integração dos Parques Nacionais com a cadeia produtiva do turismo do entorno dos mesmos, e a qualificação e estruturação desta para o desenvolvimento e fortalecimento da atividade turística nos destinos priorizados.
A Iniciativa deste projeto é resultado da parceria firmada entre Ministério do Turismo, SEBRAE Nacional, Instituto Chico Mendes da Biodiversidade - ICMBIO, Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura - ABETA e os SEBRAE Estaduais.
O projeto envolve a realização de ações inovadoras para a integração, a qualificação e a ativação dos elos da cadeia produtiva do turismo, tendo como eixo indutor o desenvolvimento e a integração dos Parques Nacionais com os elos da cadeia. Tanto a integração, quanto a qualificação e a ativação demandam ações de campo com o conjunto de empreendedores da cadeia produtiva do turismo e com gestores públicos responsáveis pelas unidades de conservação.
Neste momento do Projeto a Tudo Marketing Estratégico através de consultoria para o SEBRAE presta o serviço de apoio aos gestores ou proprietários de empresas, para auxiliar nas tomadas de decisões estratégicas, com grande impacto sobre os resultados atuais e futuros.
A metodologia tem um conteúdo focado em aprimoramento de produto e acesso a mercado, assegurando um forte apelo mercadológico ao projeto, gerando o interesse dos empresários e o seu envolvimento.
Constitui normalmente reflexo da atividade profissional de diagnóstico e formulação de soluções acerca de um assunto ou especialidade. Serão duas semanas de visitas aos estabelecimentos para implantação das inovações e um retorno para avaliação e aprimoramento.
Constitui normalmente reflexo da atividade profissional de diagnóstico e formulação de soluções acerca de um assunto ou especialidade. Serão duas semanas de visitas aos estabelecimentos para implantação das inovações e um retorno para avaliação e aprimoramento.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
10 Mandamentos do Marketing Pessoal
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Tirando o atraso da criatividade
Jornal O Globo - 05/02/2012
Com dez anos de espera, governo deve lançar em abril programa de incentivo à indústria criativa, que movimenta R$ 667 bi por ano no país.
Medidas em estudo pelo governo:
• Desoneração tributária de insumos para a indústria criativa;
• Linhas de crédito específicas para as atividades criativas:
• Treinamento e qualificação profissional
• Revisão da classificação de profissões para garantir a todos os empreendedores e artistas acesso a empréstimos, formalização e previdência;
• Formalização dos micro e pequenos empreendedores;
• Mudanças no marco legal para torná-lo mais eficiente e estimular o setor;
• Instalação do Criativa Birô para captar informações sobre a economia criativa nas principais cidades do país;
• Análise da legislação trabalhista à luz das especificidades da indústria criativa, tais como as novas profissões, a sazonalidade do setor e a diversidade da cultura brasileira;
• Simplificação da legislação;
• Fornecimento de informações jurídicas, de gestão e administração de negócios;
• Adequação das regras do Supersimples para facilitar a formalização dos empreendedores;
• Foco nos empreendedores e empresas de menor porte.
Fonte: FIRJAN
Fonte: Agência O GLOBO - Vivian Oswald
Com dez anos de espera, governo deve lançar em abril programa de incentivo à indústria criativa, que movimenta R$ 667 bi por ano no país.
Com uma década de atraso, o Brasil resolveu mirar na chamada economia criativa - setor que movimenta mais de US$ 600 bilhões no mundo e se manteve imune às crise financeiras globais - e se prepara para lançar em abril um audacioso programa que pode duplicar os ganhos desse segmento em quatro anos. Se isso acontecer, serão R$ 108 bilhões a mais injetados na economia do país no período, graças ao aumento da produção e da exportação de bens e serviços criativos.
O programa Brasil Criativo está em gestação no Ministério da Cultura. Já foi mostrado à presidente Dilma Rousseff e está sendo tocado em parceria com a Casa Civil. O Planalto deve bater o martelo sobre as medidas, que envolvem pelo menos dez ministérios, em meados de março. Ao GLOBO, a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, explica que a ideia é aumentar o quinhão do setor na economia dos atuais 2,85% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) para pelo menos 5,7% até 2015. As primeiras discussões começaram na gestão de Gilberto Gil. A despeito dos rumores de que poderia deixar o ministério, ela espera tocar o programa até o fim do governo: - Não é um projeto para seis meses ou um ano, é de médio prazo.
Sobre a mesa estão a eliminação de leis caducas, desoneração de tributos, mudanças no marco legal e formalização de profissionais dos diversos ramos da cultura - do design ao artesanato, passando por games, cinema, novelas e música -, além da criação de linhas de crédito e da discussão sobre propriedade intelectual. Também está em análise o reconhecimento de novas profissões, para permitir acesso a financiamento, Previdência e emissão de notas fiscais. O próprio governo admite que há poucas estatísticas sobre a economia criativa, e boa parte do mercado é informal. Segundo Luiz Barreto, presidente do Sebrae Nacional, que ajuda o governo a mapear o setor, 90% dos empreendedores são de micro e pequeno porte.
Um estudo da Firjan mostra que toda a cadeia da indústria criativa no país - do espetáculo de dança ao iluminador, passando por figurinistas e barraquinha de cachorro-quente - movimenta R$ 667 bilhões por ano. São Paulo está à frente, com R$ 253,5 bilhões, seguido por Rio e Minas Gerais, com R$ 76,3 bilhões e R$ 59,8 bilhões, respectivamente. "Indústria do futuro", segundo produtora Segundo o Relatório da Economia Criativa 2010 da Conferência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (Unctad), o Brasil exportou US$ 6,3 bilhões em serviços e US$ 1,22 bilhão em bens criativos em 2008.
A China vendeu US$ 84 bilhões em bens e US$ 2,6 bilhões em serviços criativos. Estados Unidos e Alemanha vêm em seguida, com mais de US$ 35 bilhões cada. - O Brasil ainda pode se tornar uma potência criativa. Deve aproveitar seu grande momento, com os eventos esportivos nos próximos anos, para se vender melhor para o mundo - disse ao GLOBO a chefe do Programa de Economia Criativa da Unctad, Edna dos Santos-Duisenberg. Para ela, a economia criativa é uma opção viável para crescer e ajudar os emergentes a driblarem crises globais, reduzindo a dependência das commodities. Segundo Edna, enquanto as transações comerciais caíram 12% em 2008 por causa da crise, as operações com bens e serviços criativos cresceram 14%: - Este é um setor que vai continuar crescendo, porque reflete o estilo de vida da sociedade contemporânea, em que se consome cada vez mais cultura, entretenimento, lazer e turismo.
Os países ricos , que começaram a adotar programas semelhantes há uma década, detêm 90% do mercado mundial de audiovisual e música, 80% do mercado editorial e imprensa e 75% do de artes visuais. O programa do governo quer usar a cultura como alavanca para o crescimento, a geração e distribuição de renda e a inclusão social. - Conheço muita gente boa que passa a vida esperando um convite ou um edital para trabalhar. Muita gente está informal nesse mercado. Falta informação. Estamos fazendo um grande mapeamento de todos os elos da cadeia. Acho que dá para, no mínimo, dobrar a participação do setor no PIB - disse a ministra, que reconhece o atraso do Brasil nessa corrida. - Estamos estudando os entraves.
A indústria brasileira da moda já anda bem, mas tem enfrentado, por exemplo, a concorrência da China. Outro caso: estamos comprando fantasias de carnaval da China... Dono da Icon Games, José Lucio Gama fez o seu primeiro jogo em 2003, após um curso na PUC-Rio. Desde então, tem exportado boa parte do que faz para o exterior por meios próprios e garante que o faturamento está na casa dos milhões de reais. Muitos dos seus games voltam para o país pelas distribuidoras estrangeiras, e os usuários locais sequer se dão conta de que são made in Brazil. - É um mercado de US$ 2 bilhões no Brasil. As pessoas não sabem que muitos games são produzidos aqui dentro. Não temos bons canais de distribuição, como lá fora. Faltam profissionais treinados para essa área - disse Gama. Autor do game "Detetive Carioca", que tem por cenário pontos turísticos do Rio e casos como o roubo de um enredo de escola de samba, ele aposta no crescimento explosivo desse setor, graças à expansão do número de smartphones e tablets.
Para Walkiria Barbosa, dona da Total Filmes e organizadora do Festival de Cinema do Rio, o maior da América Latina, os tomadores de decisão, seja na iniciativa privada ou no governo, ainda desconhecem o potencial do negócio criativo. - É a grande indústria do futuro. Nos Estados Unidos, é a maior indústria de exportação. O segmento audiovisual só existe se for analisado como indústria. Tem que produzir em escala, o que requer investimento alto de capital e infraestrutura sofisticada - disse Walkiria. - O Brasil está engatinhando nesse sentido.
Para importar equipamento para um filme 3D, paga-se um imposto altíssimo. O audiovisual é tributado três vezes, na bilheteria, na distribuição e na produção dos filmes. Segundo ela, o setor não precisa de caridade, mas de políticas eficientes: - O que os filmes "Rio" e "Crepúsculo" fizeram pelo Rio de Janeiro e pelo Brasil não tem preço. Isso é conteúdo audiovisual. O produtor de eventos musicais Luis Oscar Niemeyer, que recentemente trouxe Paul McCartney ao Brasil, comemora a iniciativa do governo. Para ele, capacitação e infraestrutura são básicos.
• Desoneração tributária de insumos para a indústria criativa;
• Linhas de crédito específicas para as atividades criativas:
• Treinamento e qualificação profissional
• Revisão da classificação de profissões para garantir a todos os empreendedores e artistas acesso a empréstimos, formalização e previdência;
• Formalização dos micro e pequenos empreendedores;
• Mudanças no marco legal para torná-lo mais eficiente e estimular o setor;
• Instalação do Criativa Birô para captar informações sobre a economia criativa nas principais cidades do país;
• Análise da legislação trabalhista à luz das especificidades da indústria criativa, tais como as novas profissões, a sazonalidade do setor e a diversidade da cultura brasileira;
• Simplificação da legislação;
• Fornecimento de informações jurídicas, de gestão e administração de negócios;
• Adequação das regras do Supersimples para facilitar a formalização dos empreendedores;
• Foco nos empreendedores e empresas de menor porte.
Fonte: FIRJAN
Fonte: Agência O GLOBO - Vivian Oswald
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Coluna Start - Clima Organizacional
Portfolio Tudo
Breve apresentação dos serviços prestados pela Tudo Marketing Estratégico:
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Inovação + Estratégia + Tecnologia = $UCE$$O
Inicialmente usados para catalogar diferentes partes na construção de veículos, hoje o QR Code(acrônimo do inglês Quick Response) é usado no gerenciamento de inventário em uma grande variedade de indústrias. Desde 2003, estão sendo desenvolvidas aplicações direcionadas para ajudar os usuários na tarefa de adicionar dados em telefones celulares usando a câmara fotográfica. Os QR Codes são muito comuns também em revistas e propagandas, onde usam-se os códigos para guardar endereços e URLs, além de informações pessoais detalhadas, no caso de cartões de visitas, facilitando muito a inserção destes dados em agendas de telefones celulares. Consumidores com programas de captura ou PCs com interface RS-232C, podem usar um scanner para capturar as imagens.
O padrão Japonês para QR Code, JIS X 0510, foi disponibilizado em Janeiro de 1999 e corresponde ao padrão internacional ISO/IEC 18004. Foi aprovado em Junho de 2000. "QR Code é aberto para uso e sua patente, pela Denso-Wave, não é praticada." (retirado do site da Denso-Wave).
A banda Pet Shop Boys utilizou imagens do código QR no clipe da música "Integral". São dezenas de códigos que aparecem durante o clipe. Todas as imagens quando decodificadas apresentam links para diferentes sites, em geral tratando da questão da privacidade no mundo contemporâneo.
No Brasil, o primeiro anúncio publicitário a utilizar o código QR foi publicado pela Fast Shop em dezembro de 2007. Mais tarde a Nova Schin publicou um anúncio com o código em junho de 2008 e a Claro fez uma campanha utilizando o Código QR em novembro de 2008.A Revista Galileu da Editora Globo também aderiu QR para que o usuario tivesse acesso a informações extras atraves do seu celular.
Também em novembro de 2008, durante o Salão do Automóvel, a Volkswagen aproveitou o código para uma pequena ação em sua estande.
Fonte: Wikipédia
O padrão Japonês para QR Code, JIS X 0510, foi disponibilizado em Janeiro de 1999 e corresponde ao padrão internacional ISO/IEC 18004. Foi aprovado em Junho de 2000. "QR Code é aberto para uso e sua patente, pela Denso-Wave, não é praticada." (retirado do site da Denso-Wave).
A banda Pet Shop Boys utilizou imagens do código QR no clipe da música "Integral". São dezenas de códigos que aparecem durante o clipe. Todas as imagens quando decodificadas apresentam links para diferentes sites, em geral tratando da questão da privacidade no mundo contemporâneo.
No Brasil, o primeiro anúncio publicitário a utilizar o código QR foi publicado pela Fast Shop em dezembro de 2007. Mais tarde a Nova Schin publicou um anúncio com o código em junho de 2008 e a Claro fez uma campanha utilizando o Código QR em novembro de 2008.A Revista Galileu da Editora Globo também aderiu QR para que o usuario tivesse acesso a informações extras atraves do seu celular.
Também em novembro de 2008, durante o Salão do Automóvel, a Volkswagen aproveitou o código para uma pequena ação em sua estande.
Fonte: Wikipédia
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Qual a diferença entre Ideia e oportunidade?
Há uma grande diferença entre ideia e oportunidade, e isso é uma das grandes causas de insucesso. A confusão é muito comum entre os empreendedores iniciantes. Identificar e agarrar uma oportunidade é, por excelência, a grande virtude do empreendedor de sucesso. É necessário que o pré-empreendedor desenvolva essa capacidade, praticando sempre. Atrás de uma oportunidade sempre existe uma ideia, mas somente um estudo de viabilidade, que pode ser feito através do Plano de Negócios, indicará seu potencial de transformar-se em um bom negócio.
Algumas fontes de ideias:
- Negócios existentes: Pode haver excelentes oportunidades em negócios em falência. É lógico que os bons negócios são adquiridos por pessoas próximas (empregados, diretores, clientes, fornecedores).
- Franquias e Patentes.
- Licença de produtos: Uma fonte de boas idéias é assinar revistas da área. Corporações, universidades e institutos de pesquisa não-lucrativos podem ser fontes de idéias.
- Feiras e exposições
- Empregos anteriores: Grande número de negócios são iniciados por produtos ou serviços baseados em tecnologia e idéias desenvolvidas por empreendedores enquanto eram empregados de outros.
- Contatos profissionais: Advogados de patentes, contadores, bancos, associações de empreendedores.
- Consultoria: Dar consultoria pode ser uma fonte de idéias.
- Pesquisa universitária
- A observação do que se passa em volta, nas ruas.
- Idéias que deram certo em outros lugares.
- Experiência enquanto consumidores.
- Mudanças demográficas e sociais, mudanças nas circunstâncias de mercado.
- Caos econômico, crises, atrasos (quando há estabilidade, as oportunidades são mais raras).
- Uso das capacidades e habilidades pessoais.
- Imitação
- Dar vida à uma visão.
- Transformar um problema em oportunidade.
- Ela deve se ajustar ao empreendedor. Algo que é uma oportunidade para uma pessoa pode não ser para outra, por vários motivos (know-how, perfil individual, motivação, relações etc.)
- É um alvo móvel. Se alguém a vê, ainda há tempo de aproveitá-la.
- Um empreendedor habilidoso dá forma a uma oportunidade onde outros nada vêem, ou vêem muito cedo ou tarde.
- Idéias não são necessariamente oportunidades (embora no âmago de uma oportunidade exista uma idéia).
- A oportunidade é a fagulha que detona a explosão do empreendedorismo.
- Há idéias em maior quantidade do que boas oportunidades de negócios.
- Características da oportunidade: é atraente, durável, tem uma hora certa, ancora-se em um produto ou serviço que cria, ou adiciona valor para o seu comprador.
- Apresenta um desafio: reconhecer uma oportunidade enterrada em dados contraditórios, sinais, inconsistências, lacunas de informação e outros vácuos, atrasos e avanços, barulho e caos do mercado (quanto mais imperfeito o mercado, mais abundantes são as oportunidades).
- Reconhecer e agarrar oportunidades não é uma questão de usar técnicas, checklists e outros métodos de identificar e avaliar; não há receita de bolo (a literatura tem mais de 200 métodos), mas depende da capacidade do empreendedor.
Atividades Janeiro 2012 - SEBRAE
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Marketing Digital Eleitoral
O marketing digital eleitoral já é uma realidade na política mundial e brasileira, principalmente em decorrência da popularização do acesso à Internet e o uso das redes sociais como forma de esclarecimento e pesquisa. O marketing político passa por um momento de transição e é importante que os políticos tomem consciência das consequências dessas mudanças em termos de marketing político digital. Nas eleições de 2010 o TSE já deixou claras as regras para o marketing digital eleitoral, agora cabe aos candidatos assumirem suas posições no ambiente online.
Marketing Digital Eleitoral
Uma campanha de marketing político não pode fechar os olhos ao mais de 60 milhões de internautas no Brasil. É uma legião de eleitores que fazem a diferença em uma campanha eleitoral seja ela majoritária ou proporcional. Em nosso curso de marketing político digital chamamos atenção para o potencial dessa fatia da população que encontra da Internet a respostas para as dúvidas na hora de votar.
As pesquisas mostram que aproximadamente 40% dos eleitores chegam no dia da eleição sem ter a mínima ideia de em quem votar. É nesse cenário que o marketing digital eleitoral se faz presente e esclarece a população, principalmente através das mídias sociais.
As redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter se transformaram em verdadeiros oráculos, formando opiniões e apontando problemas que afligem o eleitorado. Dessa forma, se torna obrigatório em uma campanha de marketing digital eleitoral uma forte atuação nestas mídias para que os candidatos possam levar ao publico suas plataformas, ideias, posicionamentos e realizações. O marketing político digital está se tornando um segmento cada vez mais sofisticado e por isso exige dedicação e conteúdo relevante.
O novo eleitor
O próprio eleitor mudou. Ele não espera pelas informações da forma passiva que assumia antigamente. Nos dias de hoje o eleitorado busca na Internet a informação que precisa, e se o candidato não tem uma estratégia de marketing político na Internet ele simplesmente se coloca de fora do leque de opções. Esse é um cenário novo com o qual as campanhas de marketing eleitoral devem se preocupar e se preparar.
O grande desafio das campanhas de marketing digital eleitoral é entender esse novo eleitor e montar mecanismos que vão ao encontro dessa necessidade de informações. O posicionamento dos candidatos na Internet deverá ser adaptado para essa nova mídia, que antes de tudo deve ser entendida pelos coordenadores de campanha, pois é um ambiente bastante diferente do encontrado nas campanhas de marketing político tradicionais.
O novo eleitor trata o marketing político eleitoral de forma seletiva. Ele busca conteúdo que seja realmente relevante para sua decisão de voto em qualquer campanha de marketing eleitoral na Internet.
O desafio do marketing digital eleitoral nas novas mídias
Criar uma campanha de marketing digital eleitoral não é mais uma opção e sim uma imposição do eleitorado. Para ser eficiente esta ação deve ser muito bem planejada e executada por profissionais gabaritados com pleno conhecimento das ferramentas disponíveis no marketing digital atual. Não adianta juntar uma monte de peças do marketing convencional, digitalizar e chamar isso de campanha de “marketing digital eleitoral”. Isso simplesmente é uma colcha de retalhos. Uma verdadeira campanha de marketing digital eleitoral envolve pesquisa do público-alvo, planejamento de mídia, cronograma e mensuração de resultados.
Os candidatos ao pleito de 2012 deverão se preparar para expor de forma clara suas propostas nos diversos canais da Internet e principalmente, interagir com os eleitores, o que não estão muito acostumados. Usar a Internet como simplesmente um palanque eleitoral digital, sem interação com o público não é ter uma campanha de marketing digital eleitoral.
Fonte: <http://www.cursodeecommerce.com.br/blog/marketing-digital-eleitoral/>
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